Relator da CPMI do INSS pede prisão preventiva de Lulinha
Deputado aponta risco de fuga e inclui filho do presidente entre os investigados; defesa rebate e diz que não há provas.

FOTO: Reprodução
Resumo:
Relator da CPMI do INSS pede prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”; defesa contesta e nega envolvimento.
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Notícias do Brasil – O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, solicitou a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, alegando risco de evasão e comprometimento da aplicação da lei penal.
Leia também: Lulinha abre empresa na Espanha enquanto é citado em investigação sobre fraude no INSS
Pedido foi incluído em relatório
O pedido consta no relatório final apresentado nesta sexta-feira (27), no qual o parlamentar defende que o Senado encaminhe a solicitação às autoridades judiciais competentes.
Segundo o documento, haveria “indícios concretos” de que o investigado poderia tentar se furtar à Justiça.
Saída do país é apontada como fator de risco
O relator cita que Lulinha teria deixado o Brasil rumo à Espanha no período de avanço das investigações, o que, segundo ele, reforçaria o risco de fuga.
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O argumento é usado para justificar a necessidade de uma medida cautelar mais rígida.
Investigação envolve supostas fraudes no INSS
A comissão investiga um esquema de irregularidades envolvendo descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social.
O caso ganhou repercussão após denúncias que apontaram movimentações financeiras bilionárias e possíveis fraudes em filiações de segurados.
Lista inclui mais de 200 indiciamentos
Fábio Luís está entre os mais de 200 nomes citados no relatório do relator, que também menciona outros investigados ligados ao caso.
Defesa contesta acusações
Em nota, a defesa de Lulinha afirmou que o pedido tem caráter político e que não há provas que sustentem a acusação.
Os advogados também negam qualquer envolvimento do cliente com os fatos investigados.
Próximos passos
O relatório ainda será analisado no âmbito da comissão e pode gerar desdobramentos judiciais, dependendo das decisões das autoridades competentes.
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