Estados aderem a subsídio ao diesel para conter alta dos combustíveis, Amazonas é um deles
Proposta do governo federal prevê ajuda temporária de R$ 1,20 por litro e já conta com adesão da maioria das unidades da federação.

FOTO: Marcello Casal jr/Agência Brasil
Resumo:
Mais de 80% dos estados brasileiros aderiram ao subsídio ao diesel importado proposto pelo governo federal. A medida prevê ajuda de R$ 1,20 por litro por até dois meses.
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Notícias do Brasil – Mais de 80% dos estados brasileiros aderiram à proposta de subsídio ao diesel importado apresentada pelo Ministério da Fazenda. A medida, que ainda será oficializada, prevê apoio financeiro temporário para conter a alta dos combustíveis no país.
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Medida busca reduzir impacto da crise internacional
O subsídio foi articulado como resposta ao aumento no preço dos combustíveis, influenciado por tensões no Oriente Médio. A proposta prevê um auxílio de R$ 1,20 por litro de diesel importado durante dois meses.
O custo será dividido entre o governo federal e os estados, com cada parte arcando com R$ 0,60 por litro.
Maioria dos estados já sinalizou adesão
De acordo com a pasta, cerca de 22 ou 23 unidades da federação demonstraram interesse em aderir à iniciativa. A participação é voluntária, e o governo ainda negocia com os estados que não confirmaram adesão.
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Os nomes das unidades que ainda não aderiram não foram divulgados.
Critérios ainda estão em definição
A divisão dos custos entre os estados seguirá critérios proporcionais ao consumo de diesel em cada região, embora os detalhes ainda estejam sendo finalizados.
A proposta foi discutida com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e também envolve o Conselho Nacional de Política Fazendária.
Medida é temporária e não terá redistribuição
O subsídio terá caráter excepcional e duração limitada, com o objetivo de evitar impactos fiscais permanentes.
O governo também definiu que a parcela destinada a estados que não aderirem não será redistribuída entre os demais.
Governo busca equilíbrio e estabilidade
Segundo nota conjunta, a iniciativa reforça a cooperação entre União e estados para garantir previsibilidade nos preços dos combustíveis, segurança no abastecimento e equilíbrio das contas públicas.
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