Gaspar aciona STF e PF após acusações feitas por parlamentares durante CPMI
Deputado nega crime, fala em motivação política e pede investigação; acusadores afirmam ter provas e levam caso à Polícia Federal.

FOTO: Geraldo Magela/Agência Senado
Resumo:
O deputado Alfredo Gaspar acionou STF, PGR e Polícia Federal após ser acusado de estupro durante sessão da CPMI do INSS. Parlamentares mantêm acusações e pedem investigação.
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Notícias de Brasil – O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) acionou o Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal após ser acusado de estupro por parlamentares durante sessão da CPMI do INSS. O caso ganhou repercussão política e deve ser apurado pelas autoridades.
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Deputado nega acusações e fala em calúnia
Gaspar afirmou que as acusações são falsas e informou ter apresentado queixa-crime por calúnia no STF, além de pedidos de investigação junto à PGR e à Polícia Federal.
O parlamentar declarou estar à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos, inclusive para a realização de exames, como teste de DNA, caso necessário.
Acusações surgiram durante sessão da CPMI
As declarações contra o deputado foram feitas pelos parlamentares Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS), durante os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.
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Segundo eles, o caso será levado às autoridades competentes, com apresentação de informações e registros que, segundo afirmam, sustentariam as denúncias.
Defesa aponta motivação política
Gaspar classificou as acusações como uma tentativa de desviar o foco das investigações conduzidas pela CPMI e afirmou que o episódio tem motivação política.
O deputado também destacou que o momento em que as acusações surgiram coincide com a leitura do relatório final da comissão.
Parlamentares mantêm acusações
Lindbergh Farias afirmou que já apresentou elementos à Polícia Federal e que novas informações foram anexadas ao caso. Segundo ele, as denúncias estão sendo formalizadas e seguirão para investigação.
Já Soraya Thronicke também reforçou a necessidade de apuração, defendendo que o caso seja analisado pelas autoridades competentes.
Caso segue sob apuração
O episódio ainda não possui conclusão e deve ser investigado pelas instituições acionadas. Até o momento, não há decisão judicial sobre o caso.
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