Messias revela ter pedido a Moraes prisão preventiva de participantes do 8/1
AGU afirma ter atuado diretamente nas medidas contra envolvidos

FOTO: Reprodução/Agência Brasil
Resumo:
O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que solicitou as prisões de envolvidos nos atos de 8 de janeiro, que foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele defendeu a responsabilização e criticou propostas de anistia.
Notícias do Brasil – O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou a prisão de envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
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Segundo ele, os pedidos foram encaminhados ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que autorizou as detenções.
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Declaração destaca atuação imediata após os atos
De acordo com Messias, a atuação da AGU ocorreu logo após a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.
“Assim que ocorreu a tentativa golpista, a AGU foi a primeira instituição do Estado brasileiro a pedir a punição dos envolvidos”, afirmou.
Ele ressaltou que os pedidos incluíram prisões preventivas e em flagrante dos participantes.
Veja o vídeo:
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Governo reforça narrativa de tentativa de golpe
Durante a fala, Messias classificou os atos como uma tentativa de golpe de Estado e destacou que os envolvidos não estavam em manifestação pacífica.
Segundo ele, os participantes tinham o objetivo de atacar a democracia brasileira, justificando as medidas judiciais adotadas.
Críticas à anistia e defesa da democracia
O advogado-geral também criticou propostas que defendem anistia aos envolvidos nos atos.
Ele argumentou que o país não pode relativizar ataques às instituições e relembrou períodos históricos de restrição democrática no Brasil.
“Não se admite anistia para golpistas”, declarou, ao afirmar que a defesa da democracia exige responsabilização.
Contexto segue no centro do debate político
As declarações ocorrem em meio ao debate político sobre os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro e eventuais propostas legislativas relacionadas ao tema.
O caso segue sendo um dos principais pontos de discussão entre governo, oposição e instituições do Judiciário.
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Declaração de Transparência
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