Amazonas intensifica medidas de saúde para enfrentar cheia dos rios
Documento orienta municípios sobre prevenção de doenças, monitoramento e resposta em períodos de inundação

FOTO: Divulgação
Resumo:
A Secretaria de Saúde do Amazonas publicou nota técnica com orientações para enfrentar a cheia dos rios, com foco em vacinação, qualidade da água e planejamento para reduzir riscos à população.
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Notícias do Amazonas – A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) divulgou a Nota Técnica Conjunta nº 12/2026 com diretrizes voltadas ao enfrentamento da cheia dos rios, reforçando ações de prevenção, vigilância e organização da rede de saúde em todo o estado.
Elaborado em parceria com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), o documento orienta gestores municipais a adotarem medidas antecipadas para minimizar impactos sanitários durante o período de inundação.
Segundo a secretária de Saúde, Nayara Maksoud, a iniciativa prioriza o monitoramento de doenças e a adoção de estratégias preventivas para proteger a população em áreas mais vulneráveis.
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Vacinação e controle de doenças
A atualização do calendário vacinal é uma das principais recomendações da nota técnica, com ênfase na imunização contra hepatite, tétano e raiva, doenças que tendem a aumentar durante enchentes.
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O documento também orienta a ampliação da vacinação de animais domésticos, especialmente cães e gatos, além da verificação dos estoques de vacinas para garantir atendimento adequado nos municípios.
Água segura e ações emergenciais
A distribuição de hipoclorito de sódio a 2,5% é destacada como medida prioritária para garantir o tratamento da água em regiões afetadas, principalmente em comunidades rurais.
Além disso, a nota reforça a necessidade de monitorar a qualidade da água para consumo humano, identificar fragilidades nos sistemas de abastecimento e adotar respostas rápidas em casos de contaminação.
Planejamento e resposta coordenada
O documento também orienta a elaboração e atualização dos planos de contingência para enchentes, com integração entre diferentes setores e fortalecimento da gestão de riscos.
De acordo com a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, a antecipação das ações é essencial para reduzir impactos à população. Já o diretor técnico Augusto Zany destaca que o monitoramento contínuo permite respostas mais ágeis e mantém a assistência mesmo com aumento da demanda.
A nota técnica completa pode ser acessada no site oficial da FVS-RCP.
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