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Resumo
A deputada Débora Menezes criticou a condução dos trabalhos da Comissão da Mulher pela presidente Erika Hilton após um confronto durante sessão. A parlamentar apontou clima de tensão, falta de diálogo e saiu em defesa de outras deputadas.
Notícias de Política – A deputada Débora Menezes se manifestou nas redes sociais após um confronto registrado na Comissão da Mulher e fez críticas diretas à atuação da presidente do colegiado, Erika Hilton.
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Clima de tensão na comissão
Durante seu posicionamento, Débora relatou um ambiente de tensão na comissão e afirmou que houve episódios de agressividade durante o debate. Em sua fala, ela também saiu em defesa das deputadas Clarissa Tércio e Rosana Valle, alegando que ambas foram alvo de ataques verbais.
“Se a vossa excelência vier pra cima de mim pra me enfrentar aqui, nós vamos procurar a Lei Maria da Penha porque a senhora tem a força de um homem. Eu só tenho que lamentar o que está acontecendo aqui nessa comissão”, declarou Rosana Valle.
Críticas à condução dos trabalhos
A parlamentar também criticou o andamento da sessão e afirmou que pautas importantes deixaram de ser discutidas. “Nós estamos já há quatro horas e dez minutos, o clima ruim, péssimo. Eu tenho requerimento aqui pra ser votado […] não foi votado. Então essa comissão se tornou uma militância”, disse.
Questionamentos sobre pautas e representatividade
Débora Menezes ainda questionou a representatividade da presidência da comissão e cobrou maior espaço para opiniões divergentes. “Enquanto mulher, na condição de mulher, a senhora não me representa”, afirmou, ao se referir a Erika Hilton.
Em outro momento, a deputada criticou o direcionamento político do colegiado. “A presidência da comissão da mulher virou um palanque de ideologia de gênero e não de políticas sérias para as mulheres brasileiras”, pontuou.
Ao final, a parlamentar reforçou apoio às colegas e criticou a condução das reuniões. “Deixo o meu apoio à Clarissa Tércio […] e à Rosana Valle […] e a todo o bloco que exige respeito a mulheres de verdade e que pensam diferente”, concluiu.
O episódio expõe o clima de divergência política dentro da Comissão da Mulher, marcado por disputas sobre a condução dos trabalhos e a prioridade das pautas debatidas.