Rodrigo Sá protocola repúdio contra fala de Amom Mandel na Câmara de Manaus
Moção de repúdio foi apresentada uma semana após repercussão do caso.
- Foto: Divulgação
Resumo
O vereador Rodrigo Sá protocolou uma moção de repúdio contra declarações do deputado federal Amom Mandel, consideradas ofensivas aos vereadores. O episódio intensificou o clima de tensão política no Amazonas, especialmente diante de propostas que sugerem mudanças nas câmaras municipais.
Notícias de Política – O vereador Rodrigo Sá apresentou, nesta segunda-feira (13), uma moção de repúdio contra declarações do deputado federal Amom Mandel, que geraram forte repercussão no meio político. A manifestação foi protocolada na Câmara Municipal de Manaus.
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Durante discurso em plenário, Rodrigo Sá afirmou que a iniciativa tem caráter simbólico, mas necessário para registrar a insatisfação da Casa diante das declarações. Segundo ele, o respeito entre representantes eleitos deve ser mantido, mesmo em cenários de divergência política.
O parlamentar ressaltou que a moção busca reforçar a importância do Legislativo municipal e preservar a imagem dos vereadores.
Críticas à fala e à atuação política
Além de rebater a declaração, Sá também questionou a atuação política de Amom Mandel, afirmando que posicionamentos polêmicos não devem ser normalizados no debate público.
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A fala do deputado federal, que comparou o cargo de vereador de forma considerada ofensiva, repercutiu amplamente e motivou reações de diversos parlamentares.
“Se era palco o que ele queria, ele está tendo palco. Mas a gente não pode deixar passar isso de maneira despercebida. Não vou repetir a fala do vereador Amom Mandel, porque foi exaustivamente difundida pelos meios de comunicação, mas esse Parlamento não pode permitir isso, por essa moção de repúdio, exatamente, para dar um simbolismo a essa indignação, a essa revolta”, disse da tribuna.
Proposta de mudança nas câmaras amplia debate
Outro ponto criticado por Rodrigo Sá foi uma proposta apresentada por Amom Mandel que prevê alterações no funcionamento das câmaras municipais, especialmente em cidades com menor população.
A proposta sugere substituir vereadores por conselheiros municipais sem remuneração fixa, além de promover mudanças estruturais no Legislativo local.
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