A declaração foi feita após o anúncio de um cessar-fogo entre Israel e Líbano, aumentando as expectativas de redução das tensões na região.
Estreito de Ormuz é reaberto após acordo
O posicionamento de Trump ocorreu após o governo do Irã anunciar a reabertura do estreito de Ormuz para navegação internacional. A via marítima é considerada estratégica para o transporte global de petróleo.
Apesar da liberação, o presidente afirmou que o bloqueio naval dos EUA contra o Irã será mantido até a conclusão total das negociações com o país. Ele também indicou que o processo pode avançar rapidamente, já que grande parte dos pontos teria sido discutida.
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Irã retira minas e promete manter passagem aberta
Ainda segundo Trump, o Irã iniciou a remoção de minas marítimas na região e teria se comprometido a não utilizar mais o estreito como ferramenta de pressão internacional.
A reabertura da passagem é considerada um passo relevante nas negociações em andamento, já que a liberação do fluxo marítimo era uma das principais exigências dos Estados Unidos.
Críticas à OTAN marcam posicionamento
Durante suas declarações, Trump voltou a criticar a OTAN, após a recusa de países-membros em participar de ações militares contra o Irã.
O presidente afirmou que considera a possibilidade de retirar os Estados Unidos da aliança e classificou o grupo como ineficaz diante da situação. Segundo ele, o apoio solicitado pelos aliados ocorreu apenas após a estabilização do cenário no estreito de Ormuz.
Líderes europeus pressionam por estabilidade
Enquanto isso, líderes internacionais como Emmanuel Macron e Keir Starmer realizam encontros para pressionar pela manutenção da reabertura do estreito e pela continuidade das negociações.
A região é considerada estratégica, já que, em períodos de estabilidade, cerca de um quinto da produção mundial de petróleo passa pelo local.
Cessar-fogo pode abrir caminho para acordo mais amplo
O cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano, anunciado anteriormente, é visto como um possível avanço para ampliar negociações envolvendo Estados Unidos, Irã e outros atores internacionais.
Apesar disso, ainda existem incertezas sobre a continuidade da trégua. Questões como a presença militar em determinadas áreas e a atuação de grupos como o Hezbollah seguem como pontos sensíveis nas discussões.