Áudios reforçam suspeita de ligação entre MC Ryan e esquema ligado ao PCC
Esquema utilizaria empresas e redes sociais para lavar dinheiro.
- Foto: Divulgação
Resumo
Áudios analisados pela Polícia Federal reforçam suspeitas de que MC Ryan tinha conhecimento de um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, segundo investigação da operação Narco Fluxo.
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Notícias do Brasil – A Polícia Federal utilizou áudios interceptados como um dos principais elementos para sustentar o pedido de prisão do funkeiro Ryan Santana dos Santos, investigado por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital.
Áudios apontam conhecimento do esquema
De acordo com a investigação, diálogos entre um suposto operador do artista e o empresário Rodrigo Morgado, apontado como “contador” da organização criminosa, indicariam que o cantor tinha conhecimento de estratégias de ocultação de patrimônio.
Em uma das gravações, há orientação para que um imóvel não fosse registrado diretamente no nome do artista, mas sim vinculado a uma empresa, como forma de “proteção patrimonial”.
Compra de imóvel sob suspeita
A aquisição de um imóvel avaliado em cerca de R$ 1,4 milhão também é citada como indício de irregularidade. Segundo a PF, a forma de pagamento — com uso de veículos como parte da negociação — levanta suspeitas de tentativa de ocultação de valores.
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Outro ponto destacado pelos investigadores é que o contrato apresentaria inconsistências e teria sido formalizado mesmo diante de possíveis irregularidades na documentação.
Operação Narco Fluxo
A prisão do funkeiro ocorreu durante a operação Narco Fluxo, deflagrada na última semana. A investigação aponta que o esquema teria movimentado aproximadamente R$ 1,6 bilhão, envolvendo atividades como apostas ilegais e rifas digitais.
Além de MC Ryan SP, outras figuras públicas também foram alvo da operação, como o artista Poze do Rodo e influenciadores digitais.
Estrutura de lavagem de dinheiro
Segundo a Polícia Federal, o grupo utilizava empresas ligadas à produção musical e a visibilidade nas redes sociais para misturar recursos de origem lícita e ilícita. A investigação aponta ainda o uso de “laranjas” para ocultação de patrimônio.
Após a suposta lavagem, os valores seriam reinseridos na economia por meio da compra de bens de alto valor, como imóveis, veículos de luxo e joias. As autoridades seguem analisando provas e aprofundando as apurações sobre o caso. Os investigados devem responder pelos crimes conforme o avanço do processo judicial.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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