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Toffoli se declara suspeito em julgamento sobre prisão de ex-presidente do BRB no STF

Placar parcial está em 2 a 0 pela manutenção da prisão, com votos de André Mendonça e Luiz Fux

Por Arquipo Goes

22/04/2026 às 11:13 - Atualizado em 23/04/2026 às 13:18

Vista externa da fachada do Supremo Tribunal Federal em Brasília com a bandeira nacional ao fundo

FOTO: STF

Resumo:

Ministro Dias Toffoli se declara suspeito em julgamento no STF sobre prisão de ex-presidente do BRB; placar parcial é de 2 a 0.

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Notícias do Brasil– O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, declarou-se suspeito para participar do julgamento que analisa a manutenção da prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.

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A análise ocorre em plenário virtual nesta quarta-feira (22), e até o momento o placar está em 2 a 0 pela manutenção da prisão. O relator do caso, André Mendonça, votou pela continuidade da medida, sendo acompanhado pelo ministro Luiz Fux.

Leia também: Desembargadora do Pará critica cortes de penduricalhos no judiciário: “regime de escravidão”

Suspeição por foro íntimo

Segundo Toffoli, a decisão de se declarar impedido ocorre por “questões de foro íntimo” e se estende a todos os processos relacionados ao chamado Caso Master.

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O ministro já havia deixado a relatoria do inquérito em fevereiro, quando o processo foi redistribuído para André Mendonça, integrante da Segunda Turma da Corte.

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Entenda o voto

Em seu voto, Mendonça defendeu a manutenção da prisão preventiva, argumentando que medidas cautelares alternativas seriam insuficientes diante da complexidade do caso.

De acordo com o ministro, há risco de interferência nas investigações, além da possibilidade de continuidade de práticas ilícitas, como a lavagem de dinheiro.

“Providências como comparecimento periódico ou monitoração eletrônica mostram-se insuficientes para neutralizar os riscos identificados”, destacou.

Outros investigados

Além de Paulo Henrique Costa, Mendonça também votou pela manutenção da prisão do advogado Daniel Monteiro, que atuava em negociações ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro no contexto das investigações.

O julgamento segue em andamento no STF e ainda aguarda os votos dos demais ministros.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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