Resumo
Uma operação contra o crime organizado revelou o uso de uma casa de câmbio irregular para lavagem de dinheiro no Amazonas. A ação resultou em prisões e na apreensão de milhões em dólares, além de investigar o uso de criptomoedas no esquema.
Notícias de Polícia – A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas deflagrou uma nova fase da Operação Torre 7 e identificou o uso de uma casa de câmbio irregular como peça-chave em um esquema de lavagem de dinheiro ligado a um grupo criminoso que atua no estado.
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Durante a ação, foram cumpridos três mandados de prisão e apreendidos cerca de US$ 5 milhões em São Paulo.
Uso de câmbio ilegal
Segundo as investigações, o estabelecimento financeiro operava sem autorização do Banco Central e teria sido utilizado para movimentar grandes quantias de dinheiro ilícito. A Polícia Federal informou que a casa de câmbio movimentou milhões de reais em operações destinadas a ocultar a origem dos recursos do grupo.
Os nomes dos investigados e da empresa não foram divulgados.
Criptomoedas sob investigação
Além do uso do câmbio ilegal, a nova fase da operação também apura a utilização de criptomoedas como ferramenta para lavagem de dinheiro. A estratégia indica um nível mais sofisticado do esquema financeiro, com tentativa de dificultar o rastreamento das transações.
Desdobramento de operações anteriores
A Operação Torre 7 é continuidade de ações anteriores que já haviam identificado e levado à prisão lideranças da organização criminosa.
Com o avanço das investigações, o foco agora está no núcleo financeiro responsável por gerir os recursos ilícitos.
A FICCO reúne diferentes órgãos de segurança pública, incluindo a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e órgãos estaduais de inteligência e administração penitenciária. A atuação conjunta tem como objetivo ampliar a eficiência no combate ao crime organizado no Amazonas.