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Ex-diretor da PRF e aliados começam a cumprir penas após decisão de Moraes

Penas variam de 8 a mais de 26 anos de prisão.

Por Jonas Souza

24/04/2026 às 19:18 - Atualizado em 27/04/2026 às 11:24

Resumo


O ministro Alexandre de Moraes determinou o início do cumprimento das penas de cinco condenados por participação em uma trama golpista. As sentenças, que variam de 8 a 26 anos, passam a ser executadas após o fim dos recursos no STF.

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Notícias do Brasil  – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o cumprimento imediato das penas impostas aos condenados do chamado “núcleo 2” da investigação sobre tentativa de golpe após as eleições de 2022.

A decisão foi tomada após o trânsito em julgado do processo — etapa em que não há mais possibilidade de recursos — e oficializa o início das penas para cinco envolvidos.

Leia mais: Alexandre de Moraes manda investigar Adail Filho por suspeita de lavagem de dinheiro

 Penas e envolvidos

Entre os condenados está Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, que recebeu pena superior a 24 anos de prisão. Também integram o grupo nomes como Mário Fernandes, Marcelo Câmara e Filipe Martins.

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As condenações variam de 8 anos e 6 meses até 26 anos e 6 meses, incluindo reclusão em regime fechado e pagamento de multas.

Situação das prisões

Os investigados já estavam presos preventivamente. Com a nova decisão, passam a cumprir efetivamente as penas impostas pela Justiça.

Os locais de custódia incluem unidades como o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, além de instalações militares e penitenciárias em outros estados.

Caso da delegada

A delegada Marília Ferreira de Alencar, condenada a 8 anos e 6 meses, teve a pena convertida para cumprimento inicial em prisão domiciliar por 90 dias. A mudança marca a transição de medida cautelar para execução da pena, com apreensão de documentos e restrições adicionais impostas pela decisão judicial.

O grupo é apontado como responsável por articular ações para contestar o resultado das eleições de 2022 e manter o então presidente Jair Bolsonaro no poder. As condenações foram analisadas pela Primeira Turma do STF, com participação dos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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