Esposa de PM preso por estupro é acusada de sequestrar e coagir vítima em Manaus
A mulher trabalha no gabinete de um deputado.
- Foto: Reprodução
Resumo
Esposa de tenente da PM preso por estupro em Manaus é acusada de sequestrar e coagir vítima. Caso envolve ameaças, falsa identidade e tentativa de silenciar denúncia.
Notícias policiais – A acusação de estupro contra o tenente da Polícia Militar Osvaldo Lima da Silva ganhou um novo e grave desdobramento após a denúncia de que sua esposa, Kamila Fernanda Alves de Almeida, teria participado de um esquema de sequestro e coação contra a vítima. O caso foi revelado pela Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e ampliou a investigação envolvendo o policial.
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Segundo as informações apresentadas pela presidente da Procuradoria deputada estadual Alessandra Campelo, a jovem que denunciou o estupro teria sido enganada por pessoas que se passaram por integrantes de sua equipe para atraí-la até um encontro. A abordagem, conforme o relato, ocorreu sob o pretexto de oferecer apoio financeiro.
Falsa identidade e abordagem planejada
De acordo com a denúncia, a vítima foi convencida a receber os envolvidos acreditando que teria acesso a algum tipo de ajuda. No entanto, ao aceitar o encontro, ela teria sido colocada dentro de um carro e levada a circular pela cidade contra sua vontade.
Durante o trajeto, a jovem teria sido pressionada a desistir da denúncia contra o tenente. A Procuradoria aponta que houve ameaças diretas e tentativa de intimidação para que o caso não tivesse continuidade.
O episódio é tratado como um possível caso de sequestro e coação, o que pode ampliar significativamente o escopo das investigações.
Resgate e formalização da denúncia
Ainda segundo a Procuradoria da Mulher, a equipe conseguiu localizar a vítima durante a situação e realizar o resgate. Após ser retirada do veículo, a jovem foi encaminhada a uma delegacia, onde formalizou a denúncia sobre o ocorrido.
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O caso passou a ser investigado não apenas como um crime ligado à acusação inicial de estupro, mas também por possíveis crimes de cárcere privado, ameaça e tentativa de obstrução da Justiça.
Entenda a acusação contra o tenente
O tenente Osvaldo Lima da Silva está preso desde o dia 12 de abril, acusado de estuprar a jovem durante uma abordagem policial na avenida Torquato Tapajós, na zona norte de Manaus.
Segundo a denúncia, a vítima teria sido levada a uma área isolada, onde foi obrigada, sob ameaça, a manter relações sexuais. A gravidade das acusações levou à decretação da prisão preventiva do policial.
O caso gerou forte repercussão no estado e passou a ser acompanhado por órgãos de proteção à mulher.
Ligação política e repercussão
Kamila Fernanda Alves de Almeida, apontada como participante no esquema de coação, ocupa um cargo comissionado no gabinete do deputado estadual Daniel Almeida.
Nas redes sociais, Kamila se manifestou e negou as acusações, alegando estar sendo alvo de perseguição por parte da deputada estadual Alessandra Campelo.
“Vamos pedir a cabeça da Kamila, foi isso que a Alessandra Campelo fez hoje. Ela tanto fez a ditadura que ela foi lá pedir a minha cabeça até no meu trabalho. Foi e impôs que eu tinha que ser exonerada. O que vocês estão fazendo é assassinar a reputação de alguém que demorou tanto tempo para chegar onde chegou. Me admira muito você Alessandra Campelo. Um dia eu te admirei muito“, disse.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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