Escritório ligado à filha de Marina Silva defende ONG que luta contra obras da BR-319, diz Braga
Liminar suspende licitações de R$ 678 milhões por 70 dias na BR-319.
- Foto: Divulgação
Resumo
O senador Eduardo Braga criticou a suspensão das licitações da BR-319 e anunciou articulação política para reverter a decisão. Ele também questionou a atuação do Observatório do Clima, destacando vínculos do escritório jurídico com a filha da ministra Marina Silva.
Notícias do Amazonas – O senador Eduardo Braga (MDB) reagiu à decisão da Justiça Federal que determinou a suspensão das licitações para obras no chamado “trecho do meio” da BR-319. A medida, que interrompe por 70 dias os processos conduzidos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, envolve investimentos estimados em R$ 678 milhões.
PUBLICIDADE
Leia mais: Suspensão de obras da BR-319 repercute na Câmara e reacende debate sobre desenvolvimento no AM
PUBLICIDADE
A ação foi movida pelo Observatório do Clima e resultou em liminar assinada pela juíza Mara Elisa Andrade. Em resposta, Braga anunciou que pretende mobilizar apoio no Congresso Nacional para tentar reverter o cenário. “O escritório que defende o Observatório do Clima tem como uma de suas sócias a filha da ministra Marina Silva.”
Questionamentos sobre a ação
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador criticou a decisão judicial e levantou questionamentos sobre a estrutura por trás da ação. Ele afirmou que o escritório responsável pela defesa da ONG tem entre suas sócias a filha da ministra Marina Silva.
Segundo Braga, há indícios de interesses econômicos ligados à judicialização de projetos de infraestrutura. O parlamentar mencionou a existência de um “novo mercado” associado a esse tipo de ação.
Críticas à liminar
O senador classificou a decisão como prejudicial ao Amazonas e afirmou que o impacto pode ir além da BR-319, atingindo outras obras em andamento no país. Ele também fez um apelo para que a magistrada conheça a realidade da região antes de tomar decisões sobre o tema.
Para Braga, a rodovia tem papel estratégico por ser a principal ligação terrestre do estado com o restante do país, especialmente para Manaus.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Debate jurídico e ambiental
O parlamentar também argumentou que a suspensão contraria a Lei nº 15.190/2025, que trata da dispensa de licenciamento ambiental em casos de melhoria de rodovias já existentes.
Além disso, rebateu críticas relacionadas ao impacto ambiental da obra, afirmando que a BR-319 está cercada por um conjunto de unidades de conservação que formam um dos maiores corredores ambientais do país.
Judicialização e repercussão
Outro ponto destacado foi a crítica ao que o senador chamou de “judicialização excessiva”. Segundo ele, organizações ambientais recebem financiamento internacional e decisões desse tipo acabam tendo repercussão externa.
Braga afirmou que, enquanto o debate se prolonga, a população enfrenta dificuldades como isolamento logístico, aumento no custo de vida e limitações no acesso a serviços básicos.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






