Deputado Daniel Almeida exonera assessora após ligação com caso de policial suspeito de estupro em Manaus
Decisão foi anunciada na Aleam após denúncias de que assessora teria atuado para pressionar vítima a desistir de acusação.
Resumo
Deputado Daniel Almeida exonera assessora após caso envolvendo policial suspeito de estupro no Amazonas. Situação ganhou repercussão após denúncia de possível pressão sobre vítima.
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Notícias de política – Kamila Fernanda Alves de Almeida foi exonerada do gabinete do deputado estadual Daniel Almeida após ser citada em um caso envolvendo o companheiro dela, o tenente da Polícia Militar do Amazonas Osvaldo Lima da Silva suspeito de estupro de vulnerável contra ao menos duas vítimas. A decisão foi anunciada pelo parlamentar durante sessão na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), na terça-feira (28), após o caso ganhar repercussão política.
A exoneração ocorreu após surgirem denúncias de que Kamila teria participado de uma tentativa de pressionar uma das vítimas a desistir da acusação.
Denúncia envolve tentativa de interferência
O caso foi levado ao debate pela deputada estadual Alessandra Campelo, que destacou a gravidade não apenas das acusações contra o policial, mas também da possível interferência no andamento das denúncias.
De acordo com a parlamentar, a atuação da assessora após o crime ampliou a dimensão do caso, ao indicar tentativa de intimidação da vítima.
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A suspeita é de que a pressão teria como objetivo evitar que a denúncia avançasse na esfera judicial.
Deputado confirma desligamento
Ao se manifestar durante a sessão, o deputado Daniel Almeida confirmou que Kamila já não integra mais sua equipe e afirmou que a medida foi tomada diante da gravidade da situação.
“Deputada Alessandra, esse é um caso muito sensível. Parabenizo a senhora pela iniciativa e quero dizer que a [nome preservado pela reportagem] fazia parte do meu gabinete, mas ela já foi exonerada. Eu espero que a justiça seja feita”, declarou.
Limites da atuação parlamentar
O parlamentar também destacou que não há como monitorar a conduta de assessores fora do ambiente de trabalho, ressaltando que situações externas fogem ao controle do gabinete.
“A gente não tem como fiscalizar um assessor quando ele sai daqui do gabinete. A gente não tem como fazer isso. Eu sinto muito pelo acontecido e espero que a justiça seja feita”, afirmou.
Caso segue sob investigação
O policial militar citado no caso é investigado por suspeita de estupro envolvendo pelo menos duas vítimas. As autoridades também apuram possíveis tentativas de interferência nas denúncias.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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