Três professores de jiu-jítsu são presos por crimes sexuais no AM em menos de três anos
Casos envolvem vítimas crianças, adolescentes e jovens atletas e tiveram repercussão nacional

Melqui Galvão e Alcenor Alves Soeiro — Foto: Divulgação
Resumo:
Casos de professores de jiu-jítsu presos por crimes sexuais no Amazonas acendem alerta para proteção de crianças e adolescentes no esporte.
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Notícias de Polícia – Em menos de três anos, três professores de jiu-jítsu foram presos suspeitos de crimes sexuais contra alunos no Amazonas. Os casos, investigados pela Polícia Civil do Estado do Amazonas, envolvem vítimas crianças, adolescentes e jovens atletas e ganharam repercussão nacional.
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Primeiro caso teve múltiplas vítimas
O primeiro episódio ocorreu em 2024, quando o professor Alcenor Alves Soeiro, de 56 anos, foi preso em Balneário Camboriú (SC). Ele é suspeito de cometer abusos entre 2011 e 2018.
As investigações começaram após denúncias de três ex-alunos. Segundo a polícia, ao menos 12 vítimas foram identificadas, e outras ainda seriam ouvidas.
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Relatos indicam que os crimes ocorriam durante viagens para competições, em um ambiente de confiança entre treinador e atletas.
Caso no interior do estado
Em 2025, outro professor foi preso em Humaitá, suspeito de abusar de pelo menos cinco alunos, com idades entre 7 e 11 anos.
De acordo com as investigações, os crimes teriam ocorrido dentro da própria academia, que funcionava na residência do suspeito. O nome do investigado não foi divulgado.

Professor de jiu-jitsu foi preso em cumprimento a mandado de prisão no Amazonas — Foto: Divulgação/PC-AM
Caso recente em Manaus
O caso mais recente envolve o treinador Melqui Galvão, preso em abril de 2026 após denúncias de abusos contra alunas em Manaus.
A investigação teve início após o relato de uma adolescente de 17 anos, que denunciou atos não consentidos durante uma competição fora do país. Outras vítimas também foram identificadas, incluindo uma que tinha 12 anos na época dos fatos.
Alerta e impacto
Os casos acendem alerta para a necessidade de maior fiscalização e proteção de crianças e adolescentes em ambientes esportivos, especialmente em atividades que envolvem relação direta de confiança entre treinadores e alunos.
As investigações seguem em andamento, e autoridades reforçam a importância da denúncia para responsabilização dos envolvidos.
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