Melqui Galvão já foi preso por homicídio em operação policial no Amazonas
Caso ocorreu em 2011, durante a operação “Cachoeira Limpa”, e resultou na morte de empresário em Presidente Figueiredo

Foto: Redes Sociais
Resumo:
Investigador e professor de jiu-jítsu Melqui Galvão já havia sido preso por homicídio em operação policial no Amazonas em 2011.
Notícias de Polícia – O investigador da Polícia Civil e treinador de jiu-jítsu Melqui Galvão, preso recentemente por suspeita de abuso sexual contra alunas, já havia sido detido anteriormente por um caso de homicídio ocorrido em 2011, durante a operação “Cachoeira Limpa”, em Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas.
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Caso aconteceu durante operação policial
De acordo com o Ministério Público do Amazonas (MP-AM), Melqui Galvão foi apontado como um dos responsáveis pelos disparos que resultaram na morte do empresário Fernando Pontes, conhecido como “Ferrugem”, de 25 anos.
A ação policial tinha como objetivo investigar uma rede de pedofilia e exploração sexual de adolescentes na região.
Imagens levantaram suspeitas de execução
Registros da operação mostram o momento em que policiais invadem a residência da vítima, ordenam que ela saia do quarto com as mãos na cabeça e, em seguida, são ouvidos disparos.
A família do empresário afirma que ele estava desarmado e não reagiu. Já policiais envolvidos sustentaram, na época, que houve reação e legítima defesa.
O Ministério Público, no entanto, concluiu que houve execução. Segundo o promotor responsável pelo caso, as imagens indicam que a vítima não oferecia risco aos agentes.
Prisões e andamento do processo
Após o episódio, Melqui Galvão e outro policial chegaram a ser presos por ordem judicial, mas foram liberados após o vencimento do prazo da prisão preventiva.
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Outros agentes também foram denunciados, e o promotor que acompanhava a operação respondeu a procedimentos administrativos por suspeita de omissão.
Até a última atualização, não houve retorno das autoridades sobre o andamento atual do processo.
Prisão recente por suspeita de abuso
Melqui Galvão voltou a ser preso recentemente após denúncias de abuso sexual envolvendo alunas de jiu-jítsu.
Segundo a investigação, o caso veio à tona após uma adolescente de 17 anos relatar episódios de atos libidinosos não consentidos durante uma competição fora do país.
A Polícia Civil aponta que há pelo menos três vítimas identificadas, incluindo uma que teria 12 anos na época dos fatos.
Repercussão no meio esportivo
O caso gerou forte repercussão na comunidade do jiu-jítsu. Melqui é conhecido por ser treinador e pai do multicampeão da modalidade, Mica Galvão.
Em manifestação pública, o atleta afirmou viver um momento difícil e defendeu que os fatos sejam apurados com rigor, além de repudiar qualquer forma de violência.
A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar possíveis novas vítimas.
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