Ciro Gomes desiste da Presidência e vai disputar Governo do Ceará
Ex-ministro foi convidado pelo PSDB para disputar o Planalto.
- Foto: Agência Brasil
Resumo
O ex-governador Ciro Gomes decidiu não disputar a Presidência da República em 2026. Após convite do PSDB, o político optou por focar na corrida pelo Governo do Ceará. O anúncio oficial deve ocorrer no próximo sábado.
Notícias do Brasil – O ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes decidiu não entrar na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026. O político deve oficializar, nos próximos dias, sua pré-candidatura ao Governo do Ceará.
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A decisão ocorre após semanas de articulação envolvendo lideranças do PSDB, que tentavam convencer Ciro a voltar ao cenário presidencial como alternativa à polarização nacional.
Convite partiu de Aécio Neves
O convite para que Ciro disputasse novamente o Palácio do Planalto foi feito pelo deputado federal Aécio Neves, presidente nacional do PSDB.
A estratégia tucana buscava construir uma terceira via diante do cenário político nacional, marcado pela disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato do PL.
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Apesar de admitir que refletiu sobre a possibilidade, Ciro decidiu permanecer concentrado na política cearense.
Retorno ao Ceará ganha prioridade
A expectativa é que o anúncio oficial da candidatura ao Governo do Ceará aconteça no próximo sábado (16).
A movimentação representa mais uma tentativa de retorno de Ciro Gomes ao comando do Executivo estadual, cargo que ocupou entre 1991 e 1994.
Nos bastidores, aliados avaliam que o ex-ministro mantém forte influência política no estado e pode tentar reorganizar seu grupo político regional após os resultados das últimas eleições nacionais.
Histórico de candidaturas presidenciais
Ciro Gomes já disputou a Presidência da República em quatro oportunidades. Na eleição de 2022, quando concorreu pelo PDT, obteve seu pior desempenho eleitoral na corrida presidencial, encerrando a disputa em quarto lugar, com cerca de 3% dos votos válidos.
Mesmo fora da disputa pelo Planalto em 2026, o político deve continuar atuando no debate nacional durante o período eleitoral.
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