Marcelo Ramos diz que saída da disputa ao Senado pode beneficiar Plínio Valério e não Eduardo Braga
Segundo Marcelo, caso deixe a disputa, os votos poderiam migrar para outros nomes do campo conservador.
- Foto: Divulgação
Resumo
O ex-deputado federal Marcelo Ramos afirmou que não pretende abrir mão de sua pré-candidatura ao Senado Federal pelo Partido dos Trabalhadores no Amazonas. Segundo ele, uma eventual desistência poderia fortalecer candidaturas da direita no estado, especialmente a do senador Plínio Valério.
Notícias de Política – O ex-deputado federal Marcelo Ramos afirmou que não pretende abrir mão de sua pré-candidatura ao Senado Federal pelo Partido dos Trabalhadores no Amazonas. Em entrevista ao Foco no Fato, ele declarou que uma eventual desistência não fortaleceria automaticamente o senador Eduardo Braga, pré-candidato à reeleição pelo MDB.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Leia mais: Manaus entra na rota do debate nacional sobre o fim da escala 6×1
Segundo Marcelo, caso deixe a disputa, os votos poderiam migrar para outros nomes do campo conservador, incluindo o senador Plínio Valério, ligado à direita amazonense. “Se não dividir comigo, vai dividir com quem?”
Declaração ocorre em meio a articulações políticas
A fala do petista acontece após informações de bastidores apontarem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode participar de articulações no Amazonas para construir alianças em torno das eleições ao Senado.
Nos bastidores, aliados discutem a possibilidade de composição entre PT e MDB para fortalecer uma candidatura única ao Senado em 2026.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Marcelo Ramos defende autonomia do PT
Durante a entrevista, Marcelo Ramos destacou que tanto o PT quanto o MDB possuem autonomia para definir seus próprios candidatos e estratégias eleitorais. Ele também negou que sua permanência na disputa possa enfraquecer a candidatura de Eduardo Braga.
Segundo o ex-deputado, a resistência em antecipar uma composição política viria de setores internos do MDB, e não diretamente do senador amazonense. Marcelo Ramos ainda argumentou que, caso deixasse a disputa, Eduardo Braga não dividiria votos com ele, mas com outros candidatos do campo da direita. “No segundo voto, o senador Plínio Valério ficaria com o primeiro voto e eu seria o segundo”, afirmou.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






