Mulher é detida suspeita de abandonar recém-nascida em lixão no Amazonas
Bebê foi encontrada dentro de uma mochila na estrada entre Manacapuru e Novo Airão; apesar do resgate, a criança não resistiu

Foto: Reprodução
Resumo:
Uma mulher foi detida em Manacapuru (AM) suspeita de abandonar uma recém-nascida em um lixão na rodovia AM-352. A bebê foi encontrada por moradores dentro de uma mochila e, embora tenha sido socorrida por policiais militares, não resistiu e faleceu no hospital local. A Polícia Civil investiga o parentesco da suspeita e a motivação do crime.
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Notícias de Polícia – As autoridades policiais de Manacapuru confirmaram a identidade da mulher presa suspeita de abandonar uma recém-nascida em uma área de descarte de lixo na rodovia AM-352. Trata-se de Seliete Assunção dos Santos, 28 anos. Ela foi localizada e detida após um trabalho de inteligência das polícias Civil e Militar, dois dias após o crime que chocou o interior do Amazonas.
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O Resgate e a Fatalidade
O caso mobilizou a Polícia Militar após denúncias de moradores da Comunidade Castanheira. A criança foi localizada dentro de uma mochila no quilômetro 1 da estrada que conecta os municípios de Manacapuru e Novo Airão.
Os oficiais Capitão Robson Bezerra e Tenente Sidomar realizaram o transporte emergencial da bebê até o Hospital Geral de Manacapuru. Contudo, devido à gravidade da exposição e às condições do local onde foi deixada, a recém-nascida veio a óbito pouco tempo após dar entrada na unidade de saúde.
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Investigação e Prisão
Após uma busca imediata, as forças de segurança conseguiram localizar a suposta autora do abandono. Ela foi encaminhada à delegacia de Manacapuru, onde permanece à disposição da justiça.
Os próximos passos da investigação conduzida pela Polícia Civil incluem:
Exame de DNA: Para atestar se a mulher presa é a mãe biológica da vítima;
Oitivas: Coleta de depoimentos para entender o que motivou o abandono;
Perícia: Análise das condições em que a criança foi deixada para tipificar o crime (abandono de incapaz seguido de morte ou infanticídio).
A investigação segue sob sigilo para apurar se houve a participação de outras pessoas no crime. Seliete permanece à disposição do Poder Judiciário.
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