Nikolas Ferreira critica Lula após fim da ‘taxa das blusinhas’: “Revogou o que ele mesmo criou”
Deputado federal comentou decisão nas redes sociais
- Foto: Divulgação
Resumo
O deputado federal Nikolas Ferreira criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a revogação da chamada “taxa das blusinhas”. A medida elimina o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50 e passa a valer a partir desta quarta-feira (13).
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Notícias do Brasil – O deputado federal Nikolas Ferreira reagiu nas redes sociais à decisão do governo federal de acabar com a chamada “taxa das blusinhas”, imposto de importação aplicado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas em plataformas digitais. A medida foi anunciada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio de uma Medida Provisória e entra em vigor nesta quarta-feira (13).
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Nikolas critica decisão do governo
Ao comentar a revogação, Nikolas Ferreira afirmou que o governo petista decidiu retirar uma cobrança criada durante a própria gestão federal. “Agora o governo resolve derrubar uma taxa que ele mesmo criou”, afirmou o deputado em publicação nas redes sociais.
Revogada a taxa das blusinhas por quem… criou!!! pic.twitter.com/83VsD6Px3b
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) May 12, 2026
O parlamentar também apontou contradição política na mudança de posicionamento do governo após meses de defesa da tributação sobre compras internacionais de baixo valor.
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Medida gerou desgaste
Segundo Nikolas, a decisão ocorre após forte reação negativa dos consumidores brasileiros diante do aumento no custo das compras realizadas em sites estrangeiros. “A população reclamou, criticou e agora eles voltam atrás”, declarou o deputado.
A chamada “taxa das blusinhas” foi implementada em 2024 dentro do programa Remessa Conforme, estabelecendo cobrança de 20% de imposto federal sobre encomendas internacionais de até US$ 50.
ICMS continua sendo cobrado
Apesar da revogação do imposto federal, as compras internacionais seguem sujeitas ao ICMS, imposto estadual aplicado pelos estados. Parte das unidades federativas aumentou recentemente a alíquota de 17% para 20%.
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