Magno Malta sai em defesa de Flávio Bolsonaro após vazamento de áudios: “Sigo dando voto de confiança”
Flávio Bolsonaro nega qualquer irregularidade e afirma que os contatos tiveram como objetivo buscar patrocínio privado.
- Foto: Redes Sociais
Resumo
O senador Magno Malta saiu em defesa de Flávio Bolsonaro após a repercussão de áudios envolvendo o financiamento do filme Dark Horse. Nas redes sociais, Malta afirmou que mantém seu “voto de confiança” no parlamentar, mas defendeu a abertura de uma CPMI para investigar o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro.
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Notícias do Brasil – O senador Magno Malta publicou um vídeo as redes sociais em defesa de Flávio Bolsonaro em meio à repercussão de áudios atribuídos ao parlamentar sobre o financiamento do filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Na publicação, Malta declarou que segue confiando no senador, mas afirmou que o Banco Master precisa ser investigado.
“Meu posicionamento sobre o meu amigo Flávio Bolsonaro continua o mesmo: eu sigo dando a você o meu voto de confiança. Agora, uma coisa precisa ser dita com clareza: o Banco Master precisa ser passado a limpo”, escreveu.
Malta pede CPMI sobre Banco Master
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Magno Malta também comentou o caso envolvendo o suposto patrocínio privado do filme Dark Horse.
Segundo o senador, o episódio deve servir para ampliar as investigações sobre o Banco Master e seus vínculos financeiros.
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“Ele tá falando de um patrocínio de filme. De um contrato de filme, de um patrocinador de filme. Até aí é tudo republicano”, afirmou.
Na sequência, Malta reforçou o pedido pela criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).
“Na nota do Flávio ele afirma categoricamente que é a hora da CPMI do Banco Master. E é a hora Davi, é a hora do Brasil. Abra a CPMI”, declarou.
Caso envolve filme sobre Bolsonaro
A polêmica ganhou força após reportagens apontarem que o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, teria destinado milhões de reais para produções audiovisuais relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro nega qualquer irregularidade e afirma que os contatos tiveram como objetivo buscar patrocínio privado para um projeto cinematográfico sem utilização de recursos públicos.
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