Polícia investiga grupo que agrediu criança vendedora de doces em semáforo
Vídeo mostra motorista derrubando mercadoria de menino de 11 anos; vítimas relatam histórico de humilhações e cárcere privado em porta-malas

FOTO: Reprodução
Resumo
Um grupo de jovens em Mossoró (RN) está sob investigação policial após agredir e humilhar uma criança de 11 anos que vendia paçocas em um semáforo. Imagens gravadas mostram o motorista derrubando os produtos da vítima com um tapa. Relatos indicam que os agressores já haviam forçado a criança e um amigo a entrarem no porta-malas do veículo em outra ocasião.
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Notícias do Brasil – Um caso de violência contra menores gerou revolta em Mossoró, no Rio Grande do Norte, e ganhou repercussão nacional nesta quinta-feira (14). Um grupo de jovens é alvo de uma investigação da Polícia Civil após a divulgação de vídeos que registram atos de humilhação contra uma criança de 11 anos que trabalha vendendo paçocas em vias públicas.
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Flagrante de Humilhação
Nas imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver o momento em que os jovens, de dentro de um carro, abordam o menino. Em um gesto de agressividade, o condutor atinge o balde de mercadorias da criança com um tapa, espalhando os produtos pelo asfalto. O grupo foge do local rindo da situação.
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Histórico de Abusos
O que parecia ser um episódio isolado revelou-se parte de um comportamento recorrente. Em depoimentos colhidos após o vídeo viralizar, a vítima e um amigo, de apenas 10 anos, relataram episódios anteriores de extrema gravidade.
Cárcere Privado: As crianças afirmam que já foram forçadas pelos mesmos jovens a entrar no porta-malas do veículo sob ameaças e intimidação.
Perseguição: Relatos de testemunhas sugerem que o grupo costumava frequentar o local especificamente para amedrontar os pequenos vendedores.
Medidas Judiciais
A Polícia Civil informou que o caso será encaminhado ao Ministério Público para que sejam aplicadas as medidas socioeducativas e punitivas cabíveis aos envolvidos, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Além da responsabilização dos agressores, as autoridades confirmaram que serão adotadas ações protetivas imediatas para garantir a segurança e a integridade psicológica das crianças afetadas. O Conselho Tutelar da região também acompanha o desdobramento do caso.
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