Megaoperação prendeu policiais suspeitos de homicídio, agiotagem e extorsão no Amazonas
Operação “Covil do Mamon” mobiliza equipes em três estados e mira organização criminosa formada por agentes da segurança pública.

(Foto: divulgação)
Resumo
A megaoperação “Covil do Mamon”, deflagrada nesta quarta-feira (20), cumpre 26 mandados de prisão contra agentes da segurança pública do Amazonas suspeitos de homicídio, agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro.
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Notícias policiais – A megaoperação denominada “Covil do Mamon”, deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (20), revelou um esquema criminoso que teria sido montado por agentes da segurança pública do Amazonas envolvidos em crimes graves, como homicídio, agiotagem, extorsão, agressão e lavagem de dinheiro.
A ação ocorre simultaneamente no Amazonas e em outros três estados brasileiros. Ao todo, a operação cumpre 26 mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão em residências, escritórios e imóveis ligados aos investigados.
Há poucos instantes, um novo comboio com sete policiais presos chegou à sede da Delegacia Geral da Polícia Civil, no bairro Dom Pedro, zona centro-oeste de Manaus. Entre os detidos estão duas mulheres e cinco homens. A movimentação de viaturas começou por volta das 6h30, quando os primeiros alvos foram levados à unidade policial.
As investigações apontam que os agentes utilizavam a estrutura e o poder ligados aos cargos públicos para cometer crimes e intimidar vítimas. Entre os principais delitos investigados estão execuções, cobrança ilegal de dívidas por meio de ameaças, prática de agiotagem e movimentações financeiras suspeitas para ocultação de dinheiro obtido ilegalmente.
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Organização criminosa atuava em vários núcleos
De acordo com as informações preliminares, a operação mobiliza equipes de cerca de 20 comandos policiais devido à dimensão da organização criminosa e à atuação interestadual do grupo.
Os mandados são cumpridos em diferentes endereços ligados aos suspeitos, incluindo imóveis residenciais e locais usados como base de atuação do esquema criminoso. Os nomes dos policiais investigados ainda não foram divulgados oficialmente pelas autoridades.
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A expectativa é que novas fases da investigação sejam realizadas nos próximos dias, já que a polícia apura a participação de outros agentes públicos e possíveis ramificações da organização criminosa.
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