Protestos tomam audiência sobre jornada 6×1 na Aleam: “Eu não nasci pra morrer de trabalhar”
Durante a apresentação, Bruno Loureiro sugeriu que empresas do setor digital tenham um prazo de três anos para adaptação.
- Foto: Reprodução
Resumo
A audiência pública realizada nesta sexta-feira (22), na Assembleia Legislativa do Amazonas, para discutir mudanças na jornada de trabalho, foi marcada por protestos e tensão no plenário. Manifestantes reagiram contra propostas de transição gradual apresentadas pelo setor empresarial e entoaram gritos de “Eu não nasci pra morrer de trabalhar”.
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Notícias do Amazonas – A audiência pública realizada no plenário Ruy Araújo, da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, para discutir mudanças na jornada de trabalho e propostas de transição escalonada terminou em clima de tensão nesta sexta-feira (22).
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O debate ganhou força após o presidente da Associação Comercial do Amazonas (ACA), Bruno Loureiro Pinheiro, defender prazos diferentes para adaptação dos setores econômicos às possíveis alterações nas regras trabalhistas.
Manifestantes interrompem fala com gritos no plenário
Durante a apresentação, Bruno Loureiro sugeriu que empresas do setor digital tenham um prazo de três anos para adaptação, enquanto o comércio e pequenos negócios teriam até cinco anos para implementar mudanças.
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A proposta provocou reação imediata do público presente nas galerias da Aleam. Inicialmente, os manifestantes responderam com vaias e, em seguida, passaram a gritar em coro:
“Eu não nasci pra morrer de trabalhar”. O protesto tomou conta do plenário e marcou um dos momentos mais tensos da audiência, transmitida ao vivo pela TV Aleam.
Saullo Vianna pede respeito ao debate
A sessão foi conduzida pelo deputado federal Saullo Vianna, que pediu espaço para que todos os participantes conseguissem apresentar seus posicionamentos durante o encontro.
“Todos vão ter a oportunidade de poder colocar seu ponto de vista, sua opinião e se manifestar. Mas é importante que a gente possa ter um tempo para que cada um possa colocar sua opinião”, afirmou o parlamentar durante a audiência.
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