Titular da SEPcD e diretor-presidente da Amazonprev pedem exoneração; bastidores apontam pressão de grupo político
Exonerações foram justificadas por motivos pessoais, mas bastidores apontam influência política.
- Foto: Reprodução
Resumo
A secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Maria Jane Selma Banes, e o diretor-presidente da Amazonprev, Francisco Evilázio Pereira, pediram exoneração dos cargos nesta sexta-feira (29). Oficialmente, ambos alegaram motivos pessoais, mas informações de bastidores apontam possível pressão política.
Notícias do Amazonas – Duas mudanças ocorreram na estrutura do Governo do Amazonas nesta sexta-feira (29). A secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEPcD), Maria Jane Selma Banes, e o diretor-presidente da Fundação Amazonprev, Francisco Evilázio Pereira, que é irmão do presidente estadual do PL Alfredo Nascimento, solicitaram exoneração dos cargos que ocupavam na administração estadual.
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Os pedidos de desligamento foram formalizados e, conforme os documentos apresentados, ambos justificaram a decisão por razões de foro íntimo e questões pessoais. As saídas, no entanto, chamaram atenção nos bastidores políticos do estado.
Exonerações ocorrem no mesmo dia
A saída simultânea de dois integrantes do primeiro escalão e de órgãos estratégicos do governo gerou especulações sobre possíveis movimentações políticas internas.
Maria Jane Selma Banes comandava a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, pasta responsável pela formulação e execução de políticas públicas voltadas à inclusão e garantia de direitos das pessoas com deficiência no Amazonas.
Já Francisco Evilázio Pereira estava desde o ano passado à frente da Amazonprev, órgão responsável pela gestão previdenciária dos servidores públicos estaduais e considerado uma das instituições mais importantes da administração pública estadual.
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Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre os motivos que levaram aos pedidos de exoneração.
Bastidores apontam pressão política
Embora os documentos oficiais mencionem razões pessoais para a saída dos gestores, informações de bastidores indicam que as exonerações podem ter sido motivadas por pressão de grupos políticos.
Veja documentos:
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