PF fez buscas dentro do 1º DIP após prisão de investigador suspeito de roubo de ouro em Manaus; veja o que diz a Polícia Civil
Diligências ocorreram no 1º DIP após investigações apontarem envolvimento de policial civil em esquema criminoso.

(Foto: Divulgação)
Resumo
A Polícia Federal realizou diligências no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em Manaus, durante a Operação Piloto de Fuga, que investiga um esquema de roubo e transporte ilegal de ouro. Um policial civil foi preso na ação.
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Notícias policiais – A Polícia Federal realizou buscas nas dependências do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em Manaus, nesta terça-feira (9), durante a Operação Piloto de Fuga. A ação faz parte das investigações que apuram um esquema de roubo e transporte ilegal de ouro e resultou na prisão do policial civil Luciano Granjeiro.
As diligências foram realizadas na unidade policial onde o investigador atua. Segundo a Polícia Federal, a operação é um desdobramento da Operação Auxílio Criminoso, deflagrada no fim de maio para investigar a atuação de agentes públicos e civis em um esquema relacionado ao roubo de ouro extraído ilegalmente.
De acordo com o delegado federal Jonathans Simas, as investigações avançaram após a identificação do motorista da viatura supostamente utilizada no transporte da carga roubada. A partir disso, novas provas foram reunidas para esclarecer a participação dos envolvidos e a dinâmica do grupo criminoso.
A PF apura a atuação de uma organização dividida em dois núcleos. Um deles seria formado por agentes de segurança responsáveis pelos roubos das cargas. O outro seria composto por civis encarregados do transporte e da movimentação do ouro.
Polícia Civil diz que colabora com as investigações
Após a operação, a Polícia Civil do Amazonas informou, por meio de nota, que não compactua com irregularidades praticadas por servidores e que está colaborando integralmente com a investigação conduzida pela Polícia Federal.
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A instituição informou ainda que o caso será encaminhado à Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública, que deverá instaurar um procedimento administrativo para apurar a conduta do servidor preso.
Os investigados poderão responder por crimes como roubo, associação criminosa, usurpação de bens da União e fraude processual. As investigações seguem para identificar outros possíveis integrantes do esquema.
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