Jaques Wagner e Augusto Lima são alvos de nova operação da PF envolvendo Banco Master
Investigação apura crimes financeiros, organização criminosa e movimentação de recursos de origem suspeita.

(Foto: divulgação)
Resumo
A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro. A ação faz parte de uma série de operações que apuram crimes financeiros, organização criminosa e movimentações milionárias suspeitas. Entre os principais alvos, estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, e o empresário Augusto Lima, ex-sócio do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
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Notícias do Brasil – A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa que vem sendo alvo de diversas ações policiais desde 2025. Entre os principais alvos, estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, e o empresário Augusto Lima, ex-sócio do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A nova etapa da operação busca reunir mais provas sobre a movimentação de recursos considerados suspeitos pelos investigadores, além de identificar possíveis beneficiários e operadores financeiros ligados ao esquema. As apurações são conduzidas com autorização judicial e contam com medidas de busca, apreensão e análise de documentos.
Segundo as investigações, a Operação Compliance Zero apura possíveis crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro, invasão de dispositivos informáticos e atuação de organização criminosa. As fases anteriores resultaram em prisões, bloqueio de bens e afastamento de investigados de cargos públicos.
Operação já teve diversas fases
A Compliance Zero se tornou uma das principais investigações da Polícia Federal na área de crimes financeiros. Desde o início da operação, mandados foram cumpridos em diversos estados brasileiros, atingindo empresários, operadores financeiros e pessoas suspeitas de integrar a estrutura investigada.
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As apurações também investigam a utilização de mecanismos para ocultação de patrimônio e movimentação de recursos por meio de empresas e estruturas financeiras que teriam sido utilizadas para dificultar o rastreamento do dinheiro.
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A Polícia Federal não descarta novas fases da operação, à medida que surgirem novos elementos capazes de ampliar o alcance das investigações e identificar outros envolvidos no suposto esquema criminoso.
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