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Homem é preso em Manacapuru suspeito de abusar da sobrinha desde a infância e oferecer vantagens para silenciá-la

O suspeito foi preso após mandado de prisão preventiva.

Por Beatriz Silveira

18/06/2026 às 15:20

Foto: Divulgação

Resumo

A Polícia Civil do Amazonas prendeu um homem de 61 anos investigado por estupro de vulnerável e favorecimento à exploração sexual contra a própria sobrinha, em Manacapuru. Conforme as investigações, os crimes teriam começado quando a vítima tinha apenas 5 anos e se prolongado durante anos. Segundo a polícia, o suspeito utilizava presentes, dinheiro e outras vantagens para evitar que a vítima denunciasse os abusos. A prisão preventiva foi cumprida após determinação da Justiça.

Notícias Policiais –Um homem de 61 anos foi preso em Manacapuru, no Amazonas, suspeito de cometer estupro de vulnerável e favorecer a exploração sexual da própria sobrinha. Segundo a Polícia Civil, os abusos teriam começado quando a vítima tinha 5 anos e se estendido por anos. O caso reforça a importância da denúncia de violência sexual contra crianças e adolescentes.

Um homem de 61 anos foi preso preventivamente em Manacapuru, na Região Metropolitana de Manaus, suspeito de praticar estupro de vulnerável e favorecimento à exploração sexual contra a própria sobrinha. A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas na quarta-feira (18), após o avanço das investigações que apuram uma série de abusos cometidos contra a vítima desde a infância.

De acordo com a apuração policial, os crimes teriam começado quando a menina tinha apenas 5 anos de idade e se prolongado ao longo de sua adolescência. O caso chegou ao conhecimento das autoridades após denúncias que deram origem ao inquérito policial.

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O que aconteceu

As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Polícia de Manacapuru e apontaram que o suspeito teria mantido um ciclo de violência sexual contra a sobrinha por vários anos.

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Segundo a Polícia Civil, durante o trabalho investigativo foram reunidos elementos que sustentaram o pedido de prisão preventiva. As diligências permitiram identificar que o investigado supostamente utilizava presentes, dinheiro e outras vantagens para impedir que a vítima denunciasse os abusos às autoridades ou a familiares.

Após a conclusão da investigação policial, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que deu continuidade às medidas legais cabíveis.

Como a investigação evoluiu

Conforme informações divulgadas pela Polícia Civil, o inquérito teve início em 2016, após o recebimento das primeiras denúncias relacionadas à violência sofrida pela vítima. Ao longo dos anos, foram realizados procedimentos para coleta de provas, oitivas e análises que subsidiaram o avanço do processo criminal.

Em 2025, o Ministério Público formalizou a denúncia contra o suspeito, apontando a existência de elementos suficientes para responsabilização criminal pelos fatos investigados. Diante da gravidade das acusações e dos indícios reunidos durante o processo, foi decretada a prisão preventiva do homem.

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Onde ocorreu a prisão

Após a expedição da ordem judicial, equipes da Polícia Civil iniciaram buscas para localizar o investigado. A prisão foi efetuada no Terminal Pesqueiro, localizado no bairro Correnteza, em Manacapuru. O suspeito não apresentou resistência durante a abordagem e foi conduzido para os procedimentos legais. Agora, ele permanecerá à disposição da Justiça enquanto o processo segue seu trâmite judicial.

Quais crimes são investigados

O homem deverá responder pelos crimes de estupro de vulnerável e favorecimento à exploração sexual. O estupro de vulnerável é caracterizado pela prática de ato sexual ou libidinoso contra menores de 14 anos ou pessoas que, por alguma condição, não possuem capacidade para consentir. Já o favorecimento à exploração sexual envolve condutas que incentivam, facilitam ou se beneficiam da exploração sexual de terceiros, especialmente quando há vulnerabilidade da vítima.

As penas previstas para esses crimes podem resultar em longos períodos de reclusão, dependendo das circunstâncias reconhecidas pela Justiça.

Como denunciar casos de violência sexual contra crianças e adolescentes

Autoridades reforçam que denúncias de abuso sexual contra crianças e adolescentes podem ser feitas de forma anônima por meio do Disque 100, serviço nacional de proteção aos direitos humanos. No Amazonas, também é possível procurar delegacias especializadas, conselhos tutelares, unidades da Polícia Civil ou registrar ocorrências em qualquer delegacia do estado.

Especialistas alertam que mudanças comportamentais, isolamento, medo excessivo, queda no rendimento escolar e resistência ao contato com determinadas pessoas podem ser sinais de violência que merecem atenção de familiares e responsáveis.

Qual o impacto do caso

O episódio chama atenção para a importância da denúncia e do acompanhamento de situações de violência sexual infantil, especialmente quando os crimes ocorrem dentro do ambiente familiar. Em municípios do interior do Amazonas, como Manacapuru, o fortalecimento das redes de proteção e acolhimento às vítimas é considerado fundamental para interromper ciclos de violência e garantir que casos semelhantes sejam investigados e julgados.

A prisão representa mais uma etapa do processo judicial, que seguirá sob análise da Justiça para apuração das responsabilidades e eventual condenação do acusado.

 

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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