Saiba quem era o borracheiro executado por pistoleiros Manaus
Trabalhador e pai de quatro filhos, vítima era conhecida na comunidade e estava envolvida em disputas e ameaças, segundo a família.

(Foto: divulgação)
Resumo
Fabrício da Silva Brandão, de 32 anos, era o borracheiro assassinado a tiros nesta sexta-feira (19), no bairro Adrianópolis, na Zona Centro-Sul de Manaus. Após sua morte, familiares relataram que ele era um homem trabalhador, pai de quatro filhos, e que vinha sofrendo ameaças relacionadas a disputas de terreno e a uma discussão com um agiota. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Notícias policiais – Fabrício da Silva Brandão, de 32 anos, teve a vida interrompida de forma violenta nesta sexta-feira (19) após ser assassinado a tiros dentro do local onde trabalhava, no bairro Adrianópolis, zona Centro-Sul de Manaus. O caso gerou comoção na comunidade e segue sob investigação da Polícia Civil.
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Após o crime, familiares e pessoas próximas passaram a relatar detalhes sobre a vida da vítima, descrita como um homem simples, trabalhador e dedicado à família.
Quem era Fabrício?
Segundo a esposa, Raquel, Fabrício era borracheiro e atuava há algum tempo no setor de serviços automotivos. Ele era conhecido na comunidade por sua rotina de trabalho e pelo convívio com moradores da região.
A família afirma que ele era um homem de comportamento tranquilo e amplamente reconhecido no bairro como trabalhador.
Pai de quatro filhos
Fabrício deixa quatro filhos, sendo um de um relacionamento anterior e três da união atual com a esposa, Raquel. A família destaca que ele era um pai presente e que tinha o trabalho como principal fonte de sustento da casa.
A morte repentina deixou familiares em estado de choque e ampliou a comoção entre amigos e vizinhos.
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Histórico de ameaças e conflitos
De acordo com o relato da esposa, Fabrício vinha sofrendo ameaças relacionadas a uma disputa judicial por um terreno. Ela afirma que o caso já estava na Justiça há algum tempo e que ele comentava sobre a situação dentro de casa.
Além disso, a família também informou que ele teria se envolvido em uma discussão recente com um agiota, o que passou a ser investigado pela polícia como possível linha de apuração.
Até o momento, não há confirmação oficial de qual dessas situações teria motivado o crime.
Crime segue sob investigação
Fabrício foi morto dentro do estabelecimento onde trabalhava, após criminosos armados invadirem o local e efetuarem disparos. Ele morreu antes de receber atendimento médico.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) conduz as investigações para identificar os autores e esclarecer a motivação do assassinato. Imagens de câmeras de segurança devem auxiliar no trabalho policial.
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Enquanto isso, a família aguarda respostas sobre o crime que tirou a vida de um trabalhador conhecido na comunidade.
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