Marciele Albuquerque encanta o Bumbódromo com performance inspirada nas onças na 2ª noite do Festival de Parintins
Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso emocionou o público ao interpretar a força da onça-pintada e da onça-preta ao som da toada “Cunhã Tribal”.
- Foto: X
Resumo
- Quem brilhou: Marciele Albuquerque, Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso.
- Quando: Segunda noite do 59º Festival de Parintins, neste sábado (27).
- Destaque: Performance inspirada na dualidade entre a onça-pintada e a onça-preta.
- Toada: “Cunhã Tribal”, um dos maiores sucessos do repertório azul e branco.
Notícias do Amazonas – Marciele Albuquerque protagonizou um dos momentos mais marcantes da segunda noite do Festival de Parintins 2026 ao entrar na arena do Bumbódromo representando a força e a imponência das onças amazônicas. Ao som da consagrada toada “Cunhã Tribal”, a Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso uniu técnica, interpretação e expressão corporal para emocionar a torcida azul e branca, que respondeu com aplausos e muita vibração durante toda a apresentação.
PUBLICIDADE
Qual foi o significado da fantasia apresentada
A indumentária de Marciele foi inspirada na dualidade entre a onça-pintada e a onça-preta, dois dos maiores símbolos da fauna amazônica. O figurino valorizou elementos da floresta, reforçando a conexão entre a cultura indígena, a biodiversidade da Amazônia e a identidade artística defendida pelo Caprichoso na arena.
Por que a apresentação chamou atenção do público
Além da riqueza visual da fantasia, Marciele impressionou pela intensidade da interpretação e pela sintonia com a toada “Cunhã Tribal”, considerada um dos maiores clássicos do Caprichoso. A combinação entre música, coreografia e expressões cênicas transformou a evolução da item em um dos momentos mais aplaudidos da noite, fortalecendo a disputa do boi azul pelo título de 2026.
Qual a importância da Cunhã-Poranga no Festival de Parintins
A Cunhã-Poranga é um dos itens oficiais julgados no Festival de Parintins e representa a guerreira indígena, símbolo da força, da beleza e da ancestralidade amazônica.
Durante a avaliação, os jurados observam critérios como:
- Evolução na arena;
- Expressão corporal;
- Interpretação do tema;
- Harmonia com a apresentação do boi;
- Criatividade da indumentária;
- Interação com o público.
Uma apresentação consistente pode contribuir diretamente para a pontuação final da agremiação. As apresentações dos itens individuais são alguns dos momentos mais aguardados do Festival de Parintins. Além de movimentarem as redes sociais, elas valorizam a identidade cultural amazônica e fortalecem o reconhecimento nacional do espetáculo, considerado um dos maiores eventos folclóricos do Brasil.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






