Polícia do DF conclui inquérito e não indicia Bolsonaro no caso da arma apreendida
Investigação apontou que a arma estava regularmente registrada em nome do ex-presidente; segurança foi indiciado por porte ilegal.

O ex-presidente Jair Bolsonaro no STF (Ton Molina/STF)
Resumo
O que aconteceu? A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito e decidiu não indiciar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Por que ele não foi indiciado? A investigação concluiu que a pistola estava regularmente registrada e não encontrou indícios de crime cometido por Bolsonaro.
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Quem foi indiciado? O sargento Estácio Leite da Silva Filho, integrante da equipe de segurança do ex-presidente, responderá por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
O que acontece agora? O relatório foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que dará andamento às medidas relacionadas ao caso.
Notícias do Brasil – A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu o inquérito sobre a arma apreendida com um integrante da equipe de segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro e decidiu não indiciar o ex-chefe do Executivo. O relatório foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
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Segundo a investigação, a pistola Glock calibre 9 mm estava devidamente registrada em nome de Bolsonaro. A polícia também destacou que não havia restrições que impedissem o ex-presidente de manter o armamento em sua residência, motivo pelo qual não identificou materialidade nem indícios de conduta criminosa atribuída a ele.
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Quem foi indiciado no caso?
Apesar de Bolsonaro não ter sido responsabilizado, a Polícia Civil indiciou o sargento Estácio Leite da Silva Filho, integrante da equipe de segurança do ex-presidente.
De acordo com a investigação, o militar foi flagrado transportando a arma registrada em nome de Bolsonaro durante uma blitz em Brasília, sem autorização formal do proprietário e em desacordo com as exigências previstas no Estatuto do Desarmamento.
O que acontece agora?
Com a conclusão do inquérito, o caso segue para análise do Supremo Tribunal Federal. A decisão da Polícia Civil também deve ser considerada nas manifestações da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da defesa do ex-presidente sobre os desdobramentos do episódio.
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