Diarista é presa por dopar e assassinar casal de idosos a facadas
Segundo a Polícia Civil, Paola Stefany Neto Cirino afirmou que dopou as vítimas antes do crime e alegou ter sofrido um “surto psicótico”.

(Foto: Divulgação)
Resumo
- Quem foi presa: Paola Stefany Neto Cirino, diarista investigada pelo duplo homicídio.
- Vítimas: O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76.
- Confissão: A suspeita admitiu o crime e disse que pretendia roubar objetos de valor do apartamento.
- Investigação: A polícia tenta recuperar os bens levados e apura se houve participação de outras pessoas.
Notícias do Brasil– A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, na madrugada desta quinta-feira (2), a diarista Paola Stefany Neto Cirino, apontada como autora do assassinato de um casal de idosos em um apartamento no bairro São Pedro, em Belo Horizonte.
Ela foi localizada em um hotel onde já era monitorada pelos investigadores. Após a prisão, confessou o crime durante depoimento.
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O que a suspeita confessou?
Segundo a Polícia Civil, Paola afirmou que entrou no imóvel com a intenção de furtar objetos de valor.
Em depoimento, ela disse que dopou as vítimas com comprimidos antes de atacá-las com uma faca encontrada no próprio apartamento. A investigada alegou ainda que sofreu um “surto psicótico” durante a ação.
De acordo com os investigadores, a versão apresentada pela suspeita é compatível com os vestígios encontrados durante a perícia.
O que aconteceu após o crime?
As investigações apontam que, depois de matar o casal, a diarista permaneceu no apartamento por algum tempo.
Segundo a polícia, ela tomou banho, trocou de roupa e deixou o local carregando bolsas, mochilas e outros objetos pertencentes às vítimas.
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Imagens de câmeras de segurança registraram a entrada e a saída da suspeita do edifício no dia do crime, o que ajudou a reforçar as provas reunidas pela investigação.
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Qual teria sido a motivação do crime?
O delegado responsável pelo caso informou que a investigada negou ter cometido o duplo homicídio por causa de dívidas.
Segundo o depoimento, o plano era vender os objetos furtados para conseguir dinheiro e quitar despesas pessoais.
Apesar da confissão, a Polícia Civil segue apurando todos os detalhes do caso.
O que ainda está sendo investigado?
As equipes trabalham para localizar os bens levados do apartamento e esclarecer se a diarista contou com a ajuda de outras pessoas antes, durante ou após o crime.
A polícia também aguarda a conclusão de laudos periciais que devem reforçar a reconstrução da dinâmica dos assassinatos.
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