Entenda por que Moraes decidiu manter Bolsonaro em prisão domiciliar
Ministro do STF decidiu prorrogar a medida sem prazo definido; ex-presidente segue monitorado por tornozeleira eletrônica

FOTO: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Resumo
O que aconteceu? O ministro Alexandre de Moraes decidiu manter Jair Bolsonaro em prisão domiciliar.
O que muda? O ex-presidente continuará usando tornozeleira eletrônica, com restrições para visitas, uso de celular e acesso às redes sociais.
Nova determinação? Moraes também determinou a apreensão de dez armas registradas em nome de Bolsonaro e suspendeu o porte de arma.
PUBLICIDADE
Bolsonaro cometeu falta grave? Não. O ministro entendeu que o caso da arma encontrada com um segurança não configura falta grave.
Notícias do Brasil – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (3) manter Jair Bolsonaro em prisão domiciliar. Com a decisão, o ex-presidente continuará sendo monitorado por tornozeleira eletrônica e seguirá cumprindo uma série de medidas cautelares.
Leia também: Justiça barra tentativa da Receita Federal de reduzir incentivos da Zona Franca de Manaus
Prisão domiciliar continua sem prazo definido
Bolsonaro permanece proibido de utilizar celular, acessar redes sociais, inclusive por meio de terceiros, e gravar vídeos para publicação na internet.
Além disso, as visitas à residência continuam condicionadas à autorização prévia de Alexandre de Moraes. Policiais militares do Distrito Federal seguem responsáveis pela segurança do local.
PUBLICIDADE
Segundo a decisão, não foi estabelecida uma nova data para o encerramento da prisão domiciliar.
Moraes manda apreender armas
O ministro também determinou a suspensão do porte de arma do ex-presidente e ordenou que dez armas registradas em seu nome sejam entregues à Polícia Federal.
A defesa terá o prazo de 48 horas para apresentar as pistolas e espingardas.
A medida foi adotada após a repercussão da apreensão de uma arma que estava com um dos seguranças particulares de Bolsonaro.
STF afasta falta grave
Apesar da investigação sobre o armamento, Moraes concluiu que Bolsonaro não cometeu falta grave durante o período em que cumpre prisão domiciliar.
A Polícia Civil do Distrito Federal também concluiu o inquérito sem indiciar o ex-presidente, por entender que a arma estava regularmente registrada e que não houve crime.
Com isso, foi afastada a possibilidade de retorno imediato ao regime fechado.
Condenação
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo relacionado à tentativa de golpe de Estado. Após uma cirurgia e durante a recuperação de uma pneumonia bacteriana, recebeu autorização para cumprir a pena em prisão domiciliar por razões humanitárias, medida que agora foi prorrogada.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





