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Richarlison volta a citar mansão em disputa judicial e diz: “Me tomaram”

Atacante repostou vídeo de Flávio Bolsonaro com imagens do imóvel em Angra dos Reis e retomou críticas sobre a perda de R$ 10 milhões.

Por Jonas Souza

04/07/2026 às 20:09

Resumo

  • Richarlison voltou a comentar a disputa judicial por uma mansão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
  • O jogador repostou um vídeo publicado por Flávio Bolsonaro e escreveu: “Me tomaram”.
  • A ação envolve uma empresa ligada ao atleta e outra que alegou direitos possessórios anteriores sobre o imóvel.
  • Em 2025, o STJ manteve decisão favorável à empresa adversária, sem reavaliar provas e contratos do caso.

Notícias do Brasil – O atacante Richarlison voltou a falar, neste sábado (4/7), sobre a disputa judicial envolvendo uma mansão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em um story no Instagram, o jogador compartilhou um vídeo publicado pelo senador Flávio Bolsonaro com imagens aéreas do imóvel.

Ao repostar a publicação, Richarlison escreveu: “Lugar bonito né? Pois é. Me tomaram”.

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A declaração ocorre dias depois de o atacante afirmar, em outra manifestação nas redes sociais, que investiu aproximadamente R$ 10 milhões na aquisição da propriedade e ainda não recebeu o valor de volta.

Leia mais: Toada do Boi Garantido vira provocação da torcida brasileira antes de Brasil x Noruega

Qual é a disputa judicial envolvendo a mansão

O processo envolve a compra da mansão por uma empresa ligada a Richarlison e ao empresário Renato Velasco. Segundo a versão apresentada pela empresa do jogador, a aquisição foi realizada de forma regular. Porém, outra empresa passou a reivindicar direitos possessórios sobre a área, sustentando que já ocupava o imóvel antes da negociação.

A controvérsia judicial se concentrou na diferença entre dois conceitos:

  • Propriedade: direito formal sobre o imóvel, normalmente comprovado por registro em cartório;
  • Posse: exercício efetivo da ocupação ou uso de um bem, mesmo sem ser o proprietário formal.

A empresa adversária alegou possuir direitos possessórios anteriores, tese que prevaleceu nas decisões judiciais mencionadas no processo.

Flávio Bolsonaro é parte do processo da mansão

Flávio Bolsonaro não integrou o processo como parte da disputa judicial.

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O senador foi arrolado como testemunha pelos advogados de Richarlison, conforme reportagem publicada em 2022.

Ele apareceu nos autos porque teria visitado a mansão antes da conclusão da negociação e, posteriormente, retornado ao imóvel acompanhado do advogado Willer Tomaz, citado como uma das figuras envolvidas na controvérsia sobre a posse.

O que decidiu o STJ sobre o caso de Richarlison

Em 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve a decisão favorável à empresa ligada a Willer Tomaz. O relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, entendeu que o recurso da empresa ligada a Richarlison exigiria nova análise de provas e contratos que já haviam sido examinados pelas instâncias anteriores.

Esse tipo de reavaliação não é admitido no recurso analisado pelo STJ, razão pela qual foi mantido o entendimento anterior sobre os direitos possessórios da empresa adversária.

O caso está encerrado

A decisão citada manteve o resultado da discussão no STJ sobre a posse do imóvel. Isso não muda o fato de que Richarlison segue questionando publicamente os prejuízos que afirma ter sofrido com a negociação. As manifestações do jogador representam sua versão sobre o caso e não alteram, por si só, a decisão judicial já registrada.

Por que a diferença entre posse e propriedade importa

O caso chama atenção para uma situação comum em negociações imobiliárias: ter um registro de compra não elimina automaticamente disputas sobre a ocupação anterior de um terreno ou imóvel.

Antes de fechar uma compra, especialistas recomendam verificar a matrícula atualizada, certidões judiciais, histórico de ocupação, ações possessórias e eventuais conflitos envolvendo a área. Em imóveis de alto valor, a análise documental e jurídica prévia pode evitar prejuízos e litígios prolongados.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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