“Esposa insaciável” é presa após bater e exigir do marido seis relações sexuais por dia
Homem afirmou à polícia que era vítima de violência física e psicológica sempre que recusava manter relações íntimas com a companheira. O caso ocorreu na Colômbia.

(Foto: Divulgação)
Resumo
- O que aconteceu: Uma mulher foi presa em Medellín, na Colômbia, suspeita de violência doméstica contra o marido.
- O que a vítima disse: A vítima afirmou que sofria agressões ao recusar manter relações sexuais.
- O que a esposa disse: Segundo o relato, a esposa exigia relações íntimas pelo menos seis vezes por dia.
- O que ocorreu após o caso: O caso repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre violência doméstica contra homens.
Notícias do Mundo– Uma mulher foi presa em Medellín, na Colômbia, suspeita de agredir o próprio marido durante episódios de violência doméstica.
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Segundo as autoridades, o homem procurou a polícia após ser atingido na cabeça com um objeto durante uma discussão. Em depoimento, ele afirmou que as agressões eram frequentes e aconteciam sempre que se recusava a atender às exigências da companheira para manter relações sexuais.
O que disse a vítima?
O marido relatou que vivia um ciclo de abusos físicos e psicológicos. De acordo com seu depoimento, a esposa exigia relações íntimas pelo menos seis vezes por dia e reagia com agressões e ameaças quando recebia uma resposta negativa.
O caso foi registrado no bairro Belén, em maio de 2024, e resultou na prisão da suspeita pela Polícia Metropolitana do Vale de Aburrá.
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Caso gerou debate nas redes sociais
Após a divulgação da ocorrência, o episódio ganhou grande repercussão na internet. Além dos comentários sobre o caso, a situação também levantou discussões sobre a violência doméstica contra homens. Alguns comentários diziam de forma bem humorada: “a carne caiu no prato do vegano” outros “uns com tanto e outros com tão pouco” gerando ambiguidade no debate.
Especialistas destacam que qualquer pessoa pode ser vítima de violência física, psicológica, sexual ou patrimonial, independentemente do gênero, e que denúncias devem ser investigadas pelas autoridades competentes.
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