Delegado nega perseguição política e diz que prisão de radialista condenado por estupro ocorreu por sentença judicial em Manaus
Autoridade policial reforça que captura de Antonio Marcelo trata-se de cumprimento de sentença judicial definitiva por estupro.

(Foto: AM Post)
Resumo
Posicionamento oficial: O delegado Jeferson Vicente rechaçou rumores de motivação política na prisão de Antonio Marcelo Marques de Souza.
Base jurídica: A detenção é fruto de uma sentença condenatória definitiva do Poder Judiciário, e não de uma ação arbitrária.
O crime: O radialista foi condenado a 9 anos e 4 meses de regime fechado pelo estupro de uma adolescente de 14 anos.
Cenário da prisão: A captura ocorreu no bairro Terra Nova, Zona Norte de Manaus, conduzida pela DEPCA.
Notícias policiais – O delegado Jeferson Vicente, adjunto da Delegacia Especializada em Crimes contra Criança e Adolescente (DEPCA), classificou nesta sexta-feira (10) como “sem cabimento” a versão de que o radialista Antonio Marcelo Marques de Souza, de 38 anos, condenado a 9 anos e 4 meses de regime fechado pelo estupro de uma adolescente de 14 anos, estaria sendo alvo de perseguição política em Manaus.
A declaração foi um posicionamento direto contra boatos que circulavam nos bastidores da comunicação local após a prisão do radialista de 38 anos no bairro Terra Nova.
“É importante ressaltar que foi dito que ele estava sendo vítima de alguma espécie de perseguição política, o que não tem nenhum cabimento, porque a prisão foi deferida em sede de sentença condenatória“, afirmou o delegado em entrevista ao Portal AM POST.
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A prisão ocorreu na manhã desta quinta-feira (9), no bairro Terra Nova, Zona Norte de Manaus, e cumpre uma condenação de 9 anos e 4 meses em regime inicialmente fechado. Em entrevista, o delegado esclareceu o histórico do caso e a legalidade da ação:
“Na realidade, esse crime aconteceu há alguns anos atrás. Ele estuprou uma menina de 14 anos e, à época, ele foi preso, posto em liberdade, respondeu ao processo em liberdade, mas, ao final do processo, o Ministério Público, em alegações finais, requisitou, junto ao Poder Judiciário, a prisão, que foi prontamente deferida em sentença condenatória“, explicou o delegado.
Por que a Polícia Civil do Amazonas afirma que a prisão é puramente técnica?
De acordo com a DEPCA, o trâmite seguiu rigorosamente os ritos do Código de Processo Penal brasileiro, sem qualquer interferência externa ou casuísmo político.
O mandado foi expedido pelo Poder Judiciário após provocação do Ministério Público, que analisou as provas do estupro contra a menor de idade. O delegado Jeferson Vicente foi enfático ao desmontar a narrativa de perseguição.
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