Patroa é presa suspeita de matar cozinheira para evitar pagamento de rescisão
Funcionária desapareceu após aceitar uma carona da empregadora. Polícia investiga o caso como homicídio, embora o corpo da vítima ainda não tenha sido localizado.
- A Polícia Civil de São Paulo investiga a proprietária de uma pousada em Ubatuba como principal suspeita do desaparecimento e suposto assassinato da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos.
- A investigação sugere que o crime pode ter sido motivado por uma tentativa de evitar o pagamento das verbas rescisórias; Berenice foi demitida em 29 de junho e desapareceu no dia seguinte após aceitar carona da empregadora.
- A dona da pousada, Eliane Alves dos Santos, foi presa temporariamente em 10 de julho, e o caso passou de desaparecimento para homicídio por indícios reunidos.
- A suspeita afirma que deixou Berenice em um trevo da Rodovia Oswaldo Cruz e que ela teria conseguido outro emprego, mas a versão é contestada pela família e ainda não foi confirmada; a polícia segue diligências para localizar o corpo e esclarecer o caso.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: Reprodução
Notícias de Polícia – A Polícia Civil de São Paulo investiga a proprietária de uma pousada em Ubatuba como principal suspeita de envolvimento no desaparecimento e suposto assassinato da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos. A principal linha de investigação aponta que o crime pode ter sido motivado pela tentativa de evitar o pagamento das verbas rescisórias da funcionária.
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Segundo a polícia, Berenice foi demitida no dia 29 de junho e desapareceu no dia seguinte, após aceitar uma carona oferecida pela própria empregadora. Desde então, ela não fez mais contato com familiares e seu corpo ainda não foi encontrado.
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Prisão durante as investigações
A dona da pousada, identificada como Eliane Alves dos Santos, foi presa temporariamente na última sexta-feira (10). O caso, que inicialmente era tratado como desaparecimento, passou a ser investigado como homicídio diante dos indícios reunidos pela Polícia Civil.
Familiares informaram que a cozinheira aguardava o recebimento da rescisão trabalhista para retornar à cidade de Igaratá, onde residia.
Versão da suspeita é contestada
Em depoimento, a empresária afirmou que deixou Berenice em um trevo de acesso à Rodovia Oswaldo Cruz e alegou que a ex-funcionária teria conseguido outro emprego. No entanto, a versão é contestada pelos familiares da vítima e não foi confirmada pelas investigações.
Para os investigadores, os elementos reunidos até o momento apontam a patroa como principal suspeita do crime. Apesar disso, a Polícia Civil segue realizando diligências para localizar o corpo da vítima e esclarecer todas as circunstâncias do caso.
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