Rombo bilionário: Operação mira advogado Nelson Wilians por fraude de R$3,8 bilhões com créditos de ICMS
Ação cumpre 38 mandados de busca e apreensão e investiga esquema que teria causado prejuízo superior a R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos. Defesa do advogado ainda não se pronunciou.
- O Cira-SP deflagrou a Operação Distrato para investigar um suposto esquema de venda fraudulenta de créditos de ICMS que teria causado prejuízo superior a R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos.
- A apuração aponta que empresas de fachada simulavam operações, levando clientes a receberem créditos como se fossem planejamento tributário regular, com redução de imposto devido e pagamento de comissões.
- A investigação indica indícios de irregularidades em mais de 750 empresas e envolve quase R$ 10 bilhões em créditos tributários questionados.
- Foram cumpridos 38 mandados de busca e apreensão em cidades de SP e PR, e Nelson Wilians (e também a advogada Mayra de Paula) está entre os investigados; a defesa ainda não se manifestou.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: Reprodução
Notícias do Brasil – O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (Cira-SP) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Distrato para investigar um suposto esquema de comercialização fraudulenta de créditos de ICMS que teria causado prejuízo superior a R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos. Entre os principais alvos da operação está um grupo econômico ligado ao advogado Nelson Wilians, fundador de um dos maiores escritórios de advocacia empresarial do Brasil.
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O que a Operação Distrato investiga?
Segundo a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo, a investigação apura a venda de créditos tributários de ICMS com descontos a empresas.
De acordo com os investigadores, esses créditos eram apresentados aos clientes como parte de um planejamento tributário regular, mas teriam origem em empresas de fachada utilizadas para simular operações comerciais inexistentes.
Ainda conforme a apuração, as empresas que aderiam ao esquema deixavam de recolher parte do imposto devido e pagavam comissões aos organizadores da suposta fraude.
Qual o tamanho do prejuízo investigado?
As autoridades estimam que o esquema tenha provocado um prejuízo superior a R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos.
A investigação também aponta que mais de 750 empresas apresentaram indícios de irregularidades. No total, as ações fiscais relacionadas ao caso envolvem quase R$ 10 bilhões em créditos tributários questionados.
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Como foi a operação?
Ao todo, foram cumpridos 38 mandados de busca e apreensão nas cidades de:
- São Paulo;
- Campinas;
- Jundiaí;
- Ribeirão Preto;
- Londrina (PR);
- Cambé (PR).
Entre os investigados também está a advogada Mayra de Paula.
Nelson Wilians já havia sido investigado?
Sim. Em setembro de 2025, Nelson Wilians foi alvo da Operação Cambota, que investigava um suposto esquema de descontos irregulares em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Na ocasião, durante depoimento prestado à Câmara dos Deputados, o advogado negou participação em fraudes e optou por permanecer em silêncio durante parte da oitiva.
O que diz a defesa?
Até a publicação desta matéria, a defesa de Nelson Wilians não havia se manifestado sobre a Operação Distrato.
O espaço permanece aberto para eventual posicionamento dos investigados.
Experiência Regional
Crimes tributários envolvendo créditos de ICMS costumam exigir investigações complexas, com análise de documentos fiscais, operações empresariais e movimentações financeiras. Nesta fase da operação, o cumprimento de mandados de busca e apreensão tem como objetivo reunir provas para subsidiar o inquérito. A responsabilidade criminal dos investigados somente poderá ser definida ao longo da investigação e de eventual processo judicial.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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