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Grupo de Omar e Braga é derrotado e vê maioria eleger Adjuto Afonso presidente da Aleam

Parlamentares ligados ao grupo político de Omar Aziz e Eduardo Braga foram os únicos votos contrários à eleição de Adjuto Afonso.

Por Jonas Souza

15/07/2026 às 17:06 - Atualizado em 15/07/2026 às 18:23

  • A Aleam elegeu suplementarmente o novo presidente, após a renúncia de Roberto Cidade e determinação do STF.
  • Houve apenas cinco votos contrários, de parlamentares ligados ao grupo político de Eduardo Braga e do pré-candidato Omar Aziz.
  • Os deputados contrários justificaram o voto pela defesa da independência institucional do Legislativo e por manter a Assembleia autônoma em relação ao Executivo estadual.
  • O resultado mostrou ampla maioria favorável e evidenciou o isolamento da oposição, em meio à reorganização de alianças para as eleições de 2026.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias de Política – A eleição da nova presidência da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) teve apenas cinco votos contrários, todos de parlamentares ligados ao grupo político liderado pelo senador Eduardo Braga (MDB) e pelo pré-candidato ao Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD). A Aleam realizou, nesta quarta-feira (15), uma eleição suplementar para escolher seu novo presidente, após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

A nova votação foi necessária depois da renúncia do então presidente Roberto Cidade (União Brasil), que deixou o comando da Casa para assumir o Governo do Amazonas.

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Leia maisDeputado Adjuto Afonso é eleito novo presidente da Aleam

Os deputados que votaram contra foram:

  • Alessandra Campelo (PSD);
  • Rozenha (PSD);
  • Wilker Barreto (PSD);
  • Thiago Abrahim (MDB);
  • Mayra Dias.

O resultado evidenciou que o bloco de oposição ficou isolado durante a votação realizada nesta quarta-feira (15). Durante a sessão, os parlamentares justificaram o posicionamento afirmando que buscavam preservar a autonomia institucional da Assembleia Legislativa.

A deputada Alessandra Campelo afirmou que o voto foi motivado pela necessidade de manter a independência do Parlamento.

“Por uma questão de independência desse poder e por questão de garantir que a gente mantenha um trabalho que a gente tem feito nos últimos anos. Embora houvesse uma relação cordial, inclusive de apoio político em momentos que achamos corretos, nós parlamentares do PSD votamos contra pela independência do Poder”, declarou.

O que disse o deputado Rozenha

O deputado Rozenha afirmou que seu voto contrário não tinha caráter pessoal contra Adjuto Afonso, mas refletia divergências políticas do PSD em relação à condução da Assembleia.

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“Votarei não, não por alguma implicância com a sua pessoa. Vossa Excelência sabe do carinho que tenho. Votarei não porque o PSD tem discordado de maneira frontal dos absurdos que vêm sendo feitos nessa Casa nas últimas semanas.”

O parlamentar também disse esperar que a nova gestão fortaleça a autonomia do Legislativo.

“Espero que esta Casa volte ao seu devido lugar e não seja um apêndice do Palácio do Governo.”

Quais foram os demais posicionamentos

A deputada Mayra Dias acompanhou a orientação do grupo político.

“Seguindo o que a deputada Alessandra disse, voto contrário, presidente.”

Já o deputado Thiago Abrahim destacou que posições divergentes fazem parte do ambiente democrático.

“Entendo que esta Casa precisa ser cada vez mais forte, plural e democrática. Posições contrárias são essenciais para que haja democracia.”

O deputado Wilker Barreto afirmou que o voto representou uma posição institucional do PSD diante do cenário político que antecede as eleições de 2026.

“O voto contrário não é pessoal. Estamos há poucos meses de um processo eleitoral. O PSD tem hoje um posicionamento político.”

O que o resultado demonstra

A votação mostrou ampla maioria favorável à eleição de Adjuto Afonso para comandar a Assembleia Legislativa. Ao mesmo tempo, o placar evidenciou o isolamento do bloco formado por parlamentares alinhados a Omar Aziz e Eduardo Braga dentro da Aleam, em um momento em que os grupos políticos intensificam as articulações para as eleições de 2026.

A sessão também reforçou que o discurso adotado pelos cinco deputados contrários esteve centrado na defesa da independência institucional do Poder Legislativo e na necessidade de manter uma atuação autônoma em relação ao Executivo estadual.

A eleição da Mesa Diretora da Aleam ocorre em um momento de reorganização das alianças para as eleições de 2026 no Amazonas. Embora a votação tenha tratado da administração interna do Legislativo, os posicionamentos dos parlamentares refletem o atual cenário político estadual, marcado pela divisão entre o grupo governista e o bloco liderado por Omar Aziz e Eduardo Braga. O resultado também serve como termômetro da correlação de forças dentro da Assembleia e pode influenciar futuras votações de interesse do Executivo.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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