Grupo Marte diz que objeto encontrado em escola de Manaus tinha carga explosiva e poderia causar grandes danos
Major Laio Pontes afirmou que protocolo foi seguido como ocorrência de bomba e que imagens de segurança serão analisadas pela Polícia Civil.
- O major Laio Pontes, do Grupo Marte da Polícia Militar do Amazonas, disse que o objeto suspeito encontrado na Escola Municipal Armando de Souza Mendes tinha carga explosiva, então foi seguido todo o protocolo de segurança.
- A ocorrência começou após a localização do item na escola; a área foi isolada e a unidade ficou sem iniciar as atividades antes do início das aulas.
- A hipótese de que fosse fogos de artifício usados em ensaios será apurada, mas o procedimento de alto risco não muda mesmo que seja pirotécnico.
- Câmeras de segurança serão entregues à Polícia Civil e, após a atuação do Grupo Marte, será feito um relatório técnico para apoiar a investigação.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: AM POST
Notícias de Manaus – O comandante do Grupo Marte da Polícia Militar do Amazonas, major Laio Pontes, afirmou que o objeto suspeito encontrado na Escola Municipal Armando de Souza Mendes, no bairro São José, Zona Leste de Manaus, possuía carga explosiva e, por isso, todo o protocolo de segurança foi adotado pelas equipes especializadas.
Segundo o oficial, a ocorrência começou após um objeto suspeito ser localizado nas dependências da escola. A Polícia Militar foi acionada e a viatura da área realizou o primeiro atendimento antes da chegada do Grupamento Marte.
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“Pode causar danos”, diz major
Durante entrevista, o major explicou que, independentemente de se tratar de um artefato explosivo ou de um dispositivo pirotécnico, o protocolo determina que toda ocorrência seja tratada como de alto risco.
“Para a gente é um objeto suspeito localizado. É um protocolo universal. Independentemente de ser um artefato pirotécnico ou não, possui carga explosiva e pode, sim, causar danos”, afirmou.
Hipótese de fogos usados em ensaios será apurada
Moradores da região relataram que o objeto poderia ser um tipo de fogo de artifício utilizado em apresentações de quadrilhas e cirandas, já que a quadra da escola costuma receber ensaios de grupos folclóricos.
Sobre essa possibilidade, o major confirmou que a informação chegou às equipes, mas ressaltou que isso não altera o procedimento adotado pelo Grupo Marte.
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FOTO: Reprodução
Câmeras serão analisadas pela polícia
Laio Pontes informou ainda que as imagens das câmeras de segurança da escola serão entregues à Polícia Civil para ajudar na investigação.
Segundo ele, após a conclusão da atuação do Grupo Marte, é elaborado um relatório técnico que também será encaminhado à autoridade policial responsável pelo caso.

FOTO: AM POST
Escola ficou isolada
O major explicou que a ocorrência foi registrada ainda durante a madrugada, antes do início das aulas. Por isso, a unidade permaneceu isolada durante toda a operação, e os estudantes não chegaram a iniciar as atividades escolares.
Após a conclusão dos procedimentos de segurança, a área foi liberada pelas equipes especializadas.
Experiência Regional
Sempre que um objeto com potencial explosivo é localizado, o Grupo Marte segue protocolos internacionais de atendimento. Entre as medidas adotadas estão o isolamento da área, retirada de pessoas do local, análise técnica do material e, quando necessário, a neutralização do artefato por meio de explosão controlada. As circunstâncias do caso agora serão apuradas pela Polícia Civil.
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Declaração de Transparência
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