URGENTE: Nelson Wilians é alvo de megaoperação do MP de São Paulo
Operação cumpriu 38 mandados de busca e apreensão e apura suposto esquema de comercialização irregular de créditos de ICMS que teria causado prejuízo bilionário aos cofres públicos.
- O Ministério Público de São Paulo deflagrou a Operação Distrato para investigar um suposto esquema de fraudes fiscais com créditos de ICMS.
- Foram cumpridos 38 mandados de busca e apreensão em SP e no Paraná, com destaque para o advogado Nelson Wilians, fundador do escritório Nelson Wilians Advogados; a operação é conduzida pelo Cira-SP.
- As investigações apontam que escritórios e consultorias ofereceriam créditos tributários supostamente irregulares, com comissões que poderiam chegar a 70% do valor economizado; foram analisadas cerca de 10 mil movimentações e identificadas mais de 850 empresas, além de grupos como Alpha e DMC.
- A defesa de Nelson Wilians e do Grupo Alpha negou irregularidades e disse que vai colaborar; a apuração segue em andamento, sem condenações até o momento.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: Reprodução
Notícias do Brasil – O Ministério Público de São Paulo deflagrou, nesta quarta-feira (15), a Operação Distrato para investigar um suposto esquema de fraudes fiscais envolvendo créditos de ICMS.
Ao todo, foram cumpridos 38 mandados de busca e apreensão em municípios de São Paulo e do Paraná.
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Entre os principais alvos está o advogado Nelson Wilians, fundador de um dos maiores escritórios de advocacia empresarial do país.
A operação é conduzida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-SP), que reúne Ministério Público, Secretaria da Fazenda e Procuradoria-Geral do Estado.
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Como funcionaria o esquema
Segundo as investigações, escritórios de advocacia e empresas de consultoria ofereciam créditos tributários supostamente irregulares para empresários como forma de reduzir o pagamento de ICMS.
Em troca, os intermediários recebiam comissões que, segundo a investigação, chegavam a 70% do valor economizado pelas empresas.
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Os investigadores analisaram cerca de 10 mil movimentações consideradas suspeitas e identificaram mais de 850 empresas que podem ter sido beneficiadas pelo suposto esquema.
Além do grupo ligado a Nelson Wilians, também são investigados os grupos econômicos Alpha e DMC.
Defesa nega irregularidades
Em nota, o escritório Nelson Wilians Advogados (NWADV) informou que recebeu o cumprimento dos mandados com “serenidade, transparência e absoluto espírito colaborativo”.
A defesa afirmou ainda que está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e colaborar com as investigações.
Já o Grupo Alpha também negou qualquer irregularidade e declarou que irá cooperar com os órgãos responsáveis.
Investigação continua
As autoridades afirmam que a investigação ainda está em andamento e buscam identificar todos os envolvidos no suposto esquema, além de mensurar a extensão dos prejuízos causados aos cofres públicos.
Até o momento, não há condenação dos investigados, e o caso segue sob apuração do Ministério Público de São Paulo.
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