Trabalhadores da construção civil entram em greve e protestam em Manaus
Manifestação realizada na manhã desta sexta-feira (17) reuniu trabalhadores da construção civil, que acusam o sindicato patronal de negar reajuste salarial e benefícios. O grupo anunciou que seguirá para o Ministério do Trabalho.
- Trabalhadores da construção civil cruzaram os braços em protesto na Avenida Rodrigo Otávio, em Manaus, devido ao impasse nas negociações com o Sinduscon.
- As principais reivindicações incluem reajuste salarial, cesta básica adequada, plano de saúde e odontológico, pagamento correto de horas extras e ampliação/garantia de direitos trabalhistas.
- O protesto contou com a presença do subsecretário executivo de Projetos da Prefeitura de Manaus, Sassá da Construção Civil (PT), acompanhando a mobilização.
- Após a manifestação, o grupo seguiu até o Ministério do Trabalho para cobrar mediação; a paralisação pode atrasar obras e cronogramas se não houver acordo nos próximos dias.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias de Manaus- Trabalhadores da construção civil cruzaram os braços na manhã desta sexta-feira (17) durante uma manifestação na Avenida Rodrigo Otávio, Zona Leste de Manaus, organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil.
Segundo a categoria, o movimento foi motivado pelo impasse nas negociações com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), que, de acordo com os manifestantes, não apresentou propostas que atendam às reivindicações da classe.
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Quais são as reivindicações da categoria?
Os trabalhadores afirmam que buscam melhores condições de trabalho e valorização profissional. Entre as principais reivindicações estão:
- Reajuste salarial;
- Cesta básica considerada adequada pela categoria;
- Plano de saúde;
- Plano odontológico;
- Pagamento correto de horas extras;
- Garantia e ampliação de direitos trabalhistas.
Durante o protesto, representantes do movimento afirmaram que os empresários não estariam dispostos a conceder os reajustes e benefícios reivindicados.
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Quem participou da manifestação?
O ato contou com a participação do subsecretário executivo de Projetos da Prefeitura de Manaus, Sassá da Construção Civil (PT), que acompanhou a mobilização ao lado dos trabalhadores.
A presença do representante público chamou a atenção dos participantes e reforçou o apoio ao movimento grevista.
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O que acontecerá após o protesto?
Após a manifestação, os trabalhadores informaram que seguirão até a sede do Ministério do Trabalho, onde pretendem cobrar a mediação das negociações e exigir uma solução para o impasse com o sindicato patronal.
A categoria afirma que continuará mobilizada até que haja uma proposta considerada satisfatória.
Qual o impacto da greve?
A paralisação pode provocar atrasos em obras espalhadas por Manaus caso não haja acordo entre trabalhadores e empregadores nos próximos dias.
O movimento também pode afetar cronogramas de empreendimentos públicos e privados, caso a greve seja mantida.
Até a publicação desta matéria, o Sinduscon não havia se manifestado sobre as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores. O espaço permanece aberto para posicionamento.
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