Banco Master repassou R$ 357 milhões em créditos para fundo ligado ao PCC
Fundo Astralo 95 é alvo da Operação Carbono Oculto, que apura suspeitas de lavagem de dinheiro, fraudes e ocultação de recursos ilícitos no setor de combustíveis.
- Documentos apresentados pelo liquidante do Banco Master à Justiça indicam que o banco repassou R$ 357 milhões em créditos de dívidas ao fundo Astralo 95, citado na Operação Carbono Oculto.
- O Astralo 95 é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro e possível ligação com integrantes do PCC, no contexto de um esquema envolvendo empresas e fundos do setor de combustíveis.
- As cessões ocorreram em operações contratadas entre 2022 e 2024, ligadas a oito pessoas físicas e jurídicas, incluindo questionamentos a outras movimentações financeiras envolvendo fundos como Anna, RSG e Máxima 2.
- Não há decisão judicial atribuindo responsabilidade criminal ao Banco Master ou aos fundos citados; as investigações seguem em andamento.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias do Brasil- Documentos apresentados pelo liquidante do Banco Master à Justiça apontam que a instituição financeira repassou R$ 357 milhões em créditos de dívidas ao fundo Astralo 95, citado na Operação Carbono Oculto.
PUBLICIDADE
O repasse faz parte de uma relação com 112 operações de cessão de crédito utilizada em um recurso judicial apresentado por Henrique Vorcaro, pai do empresário Daniel Vorcaro, que busca reverter o bloqueio de seus bens.
Fundo é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro
O Astralo 95 aparece entre os alvos da Operação Carbono Oculto, investigação que apura um suposto esquema de fraudes, lavagem de dinheiro e utilização de empresas e fundos de investimento para ocultar recursos ilícitos no setor de combustíveis. Segundo a apuração, o esquema teria ligação com integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).
O fundo também integra a chamada “estrutura Frozen”, conjunto de fundos de investimento com nomes inspirados em personagens da animação “Frozen”, como Olaf, Hans, Sven e Anna.
Leia mais: Moraes endurece prisão domiciliar de Bolsonaro e proíbe visitas políticas até as eleições
PUBLICIDADE
Operações ocorreram entre 2022 e 2024
De acordo com os documentos, os créditos cedidos ao Astralo 95 correspondem a operações contratadas por oito pessoas físicas e jurídicas entre os anos de 2022 e 2024.
Além disso, o liquidante do Banco Master questiona outras movimentações envolvendo o fundo. Entre elas, uma negociação em que o fundo Anna teria obtido um ganho de aproximadamente R$ 200 milhões em menos de um dia, após comprar cotas do fundo RSG, pertencentes ao Astralo 95, por R$ 900 milhões e revendê-las, no mesmo dia, ao fundo Máxima 2 por R$ 1,1 bilhão.
O fundo Máxima 2 aparece como o principal destinatário de créditos cedidos pelo Banco Master, totalizando cerca de R$ 3,5 bilhões, conforme a documentação apresentada no processo.
Até o momento, não há decisão judicial que atribua responsabilidade criminal ao Banco Master ou aos fundos citados. As investigações seguem em andamento.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






