Perícia começa investigação sobre vazamento de gás estireno em fábrica no Distrito Industrial de Manaus
Polícia Científica iniciou os trabalhos no local do acidente com uso de drones.
- O DPTC/SSP-AM iniciou na segunda-feira (20) a perícia no local do vazamento de gás estireno, usando drones para registrar a área e subsidiar o laudo técnico.
- A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias do acidente, sem divulgar detalhes no momento para não prejudicar as investigações.
- O vazamento foi contido no domingo (19) e análises no entorno não identificaram mais estireno na atmosfera, permitindo a retomada das atividades de empresas, escolas e órgãos públicos na segunda-feira.
- O Ipaam segue monitorando medidas ambientais e multou a empresa em R$ 12,5 milhões, com prazo de 20 dias para defesa; o instituto também pode exigir recuperação se houver danos.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias de Manaus – O Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), iniciou nesta segunda-feira (20) os trabalhos periciais na empresa onde ocorreu o vazamento de gás estireno, no Distrito Industrial, em Manaus.
Nesta primeira etapa, os peritos realizam uma avaliação preliminar da área utilizando drones para registrar imagens e levantar informações que auxiliarão na elaboração do laudo técnico.
Segundo a SSP-AM, não há prazo para a conclusão da perícia, devido à complexidade do caso e ao volume de informações que ainda serão analisadas.
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O que a Polícia Civil apura?
Paralelamente à perícia, a Polícia Civil do Amazonas instaurou um inquérito policial, conduzido pelo 2º Distrito Integrado de Polícia (DIP), para investigar as circunstâncias do vazamento.
De acordo com a corporação, detalhes da investigação não serão divulgados neste momento para não comprometer o andamento dos trabalhos.
O vazamento já foi controlado?
Sim. O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) informou que conseguiu conter o vazamento no domingo (19), após dias de resfriamento contínuo do tanque onde ocorreu a reação química.
Análises realizadas no local e em áreas do entorno não identificaram mais a presença de gás estireno na atmosfera.
Ainda no domingo, equipes do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e técnicos da empresa realizaram novos testes da qualidade do ar em escolas e empresas próximas, sem detectar riscos para a população.
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Com isso, as atividades das empresas, escolas e órgãos públicos que haviam sido suspensas foram retomadas normalmente nesta segunda-feira (20).
O que o Ipaam acompanha?
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) segue monitorando as ações adotadas pela empresa para minimizar os impactos ambientais provocados pelo incidente.
Entre as medidas acompanhadas estão o resfriamento do tanque, o tratamento dos efluentes gerados durante a operação, a retirada do reservatório danificado e a destinação ambientalmente adequada dos resíduos produzidos após a reação química.
O instituto também realiza estudos para avaliar possíveis danos ambientais e poderá exigir medidas de recuperação caso sejam constatados impactos.
Empresa foi multada
Na última sexta-feira (17), o Ipaam aplicou uma multa de R$ 12,5 milhões à empresa responsável pelo vazamento, com base na Lei de Crimes Ambientais e na legislação estadual.
A empresa terá prazo de 20 dias para apresentar defesa administrativa.
Contexto
O vazamento de vapores de monômero de estireno mobilizou diversos órgãos estaduais e levou à suspensão temporária das atividades de empresas, escolas e serviços públicos nas proximidades da fábrica, localizada no Distrito Industrial de Manaus. Após a contenção do vazamento e a confirmação de que não havia mais risco à saúde pública, as atividades foram retomadas. Agora, as investigações buscam esclarecer as causas do acidente e definir eventuais responsabilidades.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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