Salazar é acusado de capacitismo após dizer a mãe para “amarrar” filho com transtorno mental
Declarações do vereador durante abordagem a uma família repercutiram nas redes sociais.
- O que aconteceu: Sargento Salazar disse a uma mãe para "amarrar" o filho após ela informar que o jovem possui transtorno mental.
- Nova polêmica: O vereador também afirmou que "remédio pra doido é um doido e meio", frase que ampliou as críticas.
- Família apresentou laudo: Segundo os familiares, um documento médico comprova a condição de saúde do rapaz.
- Repercussão: Declarações foram criticadas nas redes sociais por supostamente reforçarem estigmas contra pessoas com transtornos mentais.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias de Manaus – Uma declaração do vereador Sargento Salazar provocou forte repercussão após uma visita à residência de uma família no bairro Colônia Oliveira Machado, zona sul de Manaus, para acompanhar uma ocorrência envolvendo uma denúncia de supostos maus-tratos a um cachorro.
Durante a abordagem, a mãe do jovem tentou explicar a situação e afirmou que o filho possui transtorno mental.
“Moço, eu sou mãe dele, fui eu que pari ele. Eu não consigo me acalmar porque meu filho tem problemas mentais. Meu filho não judiou do cachorro. O meu filho tem problemas mentais“, disse a mulher.
Em resposta, o vereador afirmou:
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“Então amarre ele, senhora.”
O que aconteceu após a declaração?
No vídeo, o próprio rapaz alvo da ação apresenta um laudo médico que comprovaria a condição de saúde.
Durante a discussão, outra mulher se aproximou para defender a mãe e afirmou que a situação seria resolvida. Conforme as imagens, o vereador reagiu dizendo que também poderia prendê-la.
O episódio aumentou a tensão durante a ocorrência e passou a repercutir nas redes sociais.
Quais outras falas de Salazar geraram críticas?
No fim do vídeo, o vereador voltou a fazer uma declaração que também gerou reação.
“Remédio pra doido é um doido e meio.”
A mãe respondeu imediatamente:
“Moço, você não fale assim do meu filho.”
Mesmo após a reação da mulher, o vereador continuou a conversa em tom de deboche.
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Por que as declarações foram classificadas por críticos como capacitistas?
As falas repercutiram rapidamente nas redes sociais, onde usuários passaram a acusar o vereador de capacitismo e psicofobia.
Especialistas e entidades que atuam na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e da saúde mental apontam que utilizar termos pejorativos ou associar transtornos mentais a situações de ridicularização pode reforçar preconceitos históricos e contribuir para a estigmatização dessas pessoas.
Expressões como “doido”, “louco” ou “maluco”, quando empregadas como forma de insulto ou deboche, são frequentemente criticadas por movimentos ligados à saúde mental por reforçarem estereótipos discriminatórios.
Sim, o capacitismo é considerado crime no Brasil. A conduta é enquadrada na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que tipifica como crime a prática, indução ou incitação à discriminação de pessoas com deficiência.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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