Com R$ 1,06 bilhão em emendas, Plínio Valério excluiu a Zona Franca de Manaus do seu orçamento: Indústrias empregam 100 mil trabalhadores
Levantamento aponta que o senador não direcionou recursos de emendas parlamentares para projetos ligados ao Polo Industrial de Manaus.
- Levantamento divulgado indica que o senador Plínio Valério (PSDB) não destinou emendas, no primeiro mandato, para projetos ligados diretamente ao fortalecimento da Zona Franca de Manaus (ZFM).
- Apesar de a lei impedir repasse direto a empresas do Polo Industrial, especialistas apontam que emendas podem financiar ações públicas indiretas, como pesquisa científica, inovação tecnológica (Indústria 4.0), infraestrutura do Distrito Industrial e modernização de portos/logística.
- O material registra apenas um repasse de R$ 1,6 milhão para a Embrapa Amazônia Ocidental, focado no setor primário, sem foco em pesquisa tecnológica para o Polo Industrial.
- A ZFM é descrita como central para o Amazonas, gerando mais de 100 mil empregos diretos e sustentando centenas de milhares de famílias, além de concentrar cerca de 70% da arrecadação tributária estadual.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: AM POST
Notícias de Política – De acordo com um levantamento divulgado nesta terça-feira (21), o senador Plínio Valério (PSDB) não destinou emendas parlamentares para projetos diretamente ligados ao fortalecimento da Zona Franca de Manaus (ZFM) durante seu primeiro mandato no Senado Federal. Segundo o material, embora a legislação impeça o repasse direto de recursos para empresas privadas instaladas no Polo Industrial de Manaus, haveria possibilidade de destinar verbas para áreas estratégicas que reforçam a competitividade do modelo.
Entre elas estão investimentos em ciência, tecnologia, infraestrutura viária, logística e modernização portuária.
PUBLICIDADE
Em quais áreas os recursos poderiam ser aplicados
Especialistas apontam que parlamentares podem utilizar emendas para financiar projetos públicos que beneficiem indiretamente a Zona Franca.
Entre os exemplos citados estão:
- Pesquisa científica em universidades e institutos públicos;
- Projetos de inovação tecnológica voltados à Indústria 4.0;
- Infraestrutura do Distrito Industrial;
- Modernização de portos e terminais hidroviários;
- Melhorias na logística para transporte de insumos e mercadorias.
Esses investimentos podem ser executados por instituições como UFAM, UEA, IFAM e Inpa, fortalecendo o ambiente de inovação no Amazonas.
O que Plínio Valério já declarou sobre a Zona Franca
Em março de 2025, durante um evento promovido pela Fecomércio Amazonas, Plínio Valério afirmou que não acompanhava diretamente as discussões sobre a Zona Franca de Manaus.
Na ocasião, declarou:
“Não entendo nada de Zona Franca.”
Segundo o senador, o acompanhamento do tema era feito por integrantes de sua equipe técnica.
PUBLICIDADE
Apesar disso, em discursos no Senado, Plínio também já defendeu a importância do modelo para a preservação ambiental, afirmando que a geração de empregos ajuda a manter a floresta em pé.
Houve algum investimento relacionado à pesquisa
O levantamento aponta apenas um repasse de R$ 1,6 milhão para a Embrapa Amazônia Ocidental, destinado ao fortalecimento do setor primário. Segundo os autores do levantamento, o recurso não teve foco em pesquisa tecnológica voltada ao desenvolvimento do Polo Industrial de Manaus.
A reportagem também destaca que instituições de ensino e pesquisa poderiam ter recebido emendas para projetos ligados à inovação industrial e à bioeconomia.
Qual a importância da Zona Franca para o Amazonas
A Zona Franca de Manaus é o principal modelo de desenvolvimento econômico do estado.
Entre seus principais impactos estão:
- Mais de 100 mil empregos diretos no Polo Industrial;
- Sustento de centenas de milhares de famílias de forma direta e indireta;
- Aproximadamente 70% da arrecadação tributária estadual, utilizada no financiamento de serviços públicos.
Além da relevância econômica, o modelo é frequentemente apontado como um instrumento de preservação ambiental, ao concentrar a atividade econômica em áreas urbanas e reduzir a pressão sobre a floresta.
O Distrito Industrial de Manaus enfrenta desafios históricos de infraestrutura, logística e inovação tecnológica. Investimentos públicos em pesquisa, mobilidade e modernização portuária são frequentemente defendidos por especialistas e representantes do setor produtivo como medidas capazes de aumentar a competitividade da Zona Franca e ampliar a geração de empregos.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






