PF investiga desvio de 300 computadores e veículos da Receita Federal no Rio de Janeiro
Operação Backdoor apura esquema que teria retirado bens da Receita Federal pela zona portuária do Rio
- A Polícia Federal deflagrou a Operação Backdoor no Rio de Janeiro para investigar um suposto esquema de desvio de bens da Receita Federal, após denúncias da própria instituição.
- As investigações apontam a retirada de cerca de 300 computadores e cinco geladeiras (estimados em cerca de R$ 350 mil), além do desaparecimento de veículos do pátio do órgão.
- O caso envolve a possível participação de um servidor público cedido à Receita Federal e integrantes de uma organização social, com uso de termos de doação fraudulentos para dar aparência de regularidade.
- Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Brás de Pina, Senador Camará, Guaratiba (RJ) e Encruzo da Enseada (Angra dos Reis), para identificar o destino dos bens e esclarecer como funcionava o esquema.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias Policiais – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (23) a Operação Backdoor para investigar um suposto esquema de desvio de bens pertencentes à Receita Federal na zona portuária do Rio de Janeiro.
As investigações começaram após denúncias encaminhadas pela própria Receita Federal, que identificou indícios do desaparecimento de equipamentos e outros bens pertencentes ao patrimônio da instituição.
Entre os itens investigados estão aproximadamente 300 computadores e cinco geladeiras, avaliados em cerca de R$ 350 mil.
A apuração também envolve o desaparecimento de veículos que estavam no pátio do órgão.
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Como os bens da Receita Federal teriam sido desviados?
Segundo as investigações, os bens teriam sido retirados por meio de um esquema que contaria com a participação de um servidor público cedido à Receita Federal e integrantes de uma organização social.
A Polícia Federal também investiga se parte desse patrimônio foi posteriormente destinada a terceiros.
Para isso, conforme a apuração, teriam sido utilizados termos de doação fraudulentos para dar aparência de regularidade à transferência dos bens.
As responsabilidades individuais ainda estão sob investigação.
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Onde foram cumpridos os mandados da Operação Backdoor?
Policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão durante a operação desta quinta-feira.
As ações ocorreram em quatro localidades:
- Brás de Pina, no Rio de Janeiro;
- Senador Camará, no Rio de Janeiro;
- Guaratiba, no Rio de Janeiro;
- Encruzo da Enseada, em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense.
Os materiais eventualmente apreendidos durante as buscas poderão contribuir para identificar o destino dos bens e esclarecer como funcionava o suposto esquema.
Por que a operação da PF recebeu o nome de Backdoor?
O nome escolhido pela Polícia Federal faz referência à expressão inglesa “backdoor”, que pode ser traduzida como “porta dos fundos”.
A escolha está diretamente relacionada à dinâmica investigada.
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Segundo a PF, a maior parte dos bens teria sido retirada por uma saída localizada nos fundos do edifício da Receita Federal.
Qual foi o prejuízo causado pelo desaparecimento dos bens?
A estimativa de aproximadamente R$ 350 mil divulgada na investigação considera os cerca de 300 computadores e cinco geladeiras que teriam sido retirados do patrimônio da Receita Federal.
O valor total do possível prejuízo, entretanto, pode ser maior.
Isso porque a investigação também apura o desaparecimento de veículos do pátio do órgão, cujos valores não foram detalhados nas informações divulgadas.
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Quem é investigado pelo suposto desvio?
A investigação aponta para a possível participação de um servidor público cedido à Receita Federal e de integrantes de uma organização social.
Como a apuração ainda está em andamento, não há, nas informações divulgadas, conclusão definitiva sobre a responsabilidade dos envolvidos.
A Operação Backdoor busca justamente reunir provas para esclarecer a retirada dos equipamentos, identificar o destino do patrimônio e determinar quem teria participado do esquema.
Por que o caso chama atenção?
Além do número expressivo de equipamentos — cerca de 300 computadores —, a investigação envolve patrimônio pertencente a um órgão público federal.
A suspeita de utilização de documentos de doação fraudulentos também amplia a investigação, já que a Polícia Federal precisará reconstruir o caminho percorrido pelos bens após a saída das dependências da Receita Federal.
O material recolhido durante os mandados poderá ajudar a esclarecer tanto a participação dos investigados quanto a eventual destinação dos computadores, veículos e demais equipamentos.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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