Pastora diz que agrediu entregador após ser chamada de “rata do Bolsonaro”
Boletim de ocorrência traz versão da pré-candidata do PL, enquanto pessoas ligadas ao entregador apresentam relato diferente sobre a confusão.
- A pastora e pré-candidata Renata Vieira (PL) divulgou trechos de um boletim de ocorrência sobre uma briga com um entregador em Contagem, dizendo que reagiu após ofensas ligadas à sua atuação política e que foi ameaçada e agredida com chutes.
- Vídeos nas redes registram parte da confusão, incluindo agressões físicas e a arremessada de uma pedra, e Renata afirma ter buscado atendimento médico e feito exame de corpo de delito.
- A versão de pessoas ligadas ao entregador diverge: dizem que ele esperaria um segundo funcionário para concluir a entrega com segurança e que a discussão teria começado porque Renata não aceitou aguardar.
- A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso, analisando imagens, depoimentos e laudos; até agora, a motivação política alegada por Renata não foi confirmada oficialmente.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto; reprodução
Notícias do Brasil – A pastora e pré-candidata a deputada estadual pelo PL, Renata Vieira, divulgou trechos do boletim de ocorrência registrado após a briga com um entregador de móveis em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o documento, ela afirmou à Polícia Militar que deu um tapa no trabalhador depois de ser alvo de ofensas relacionadas à sua posição política. Conforme o relato, o entregador teria a chamado de “rata do Bolsonaro”, “vagabunda de partido”, “piranha do PL” e “defensora de genocida”.
Renata também declarou que, após reagir com um tapa, recebeu chutes nas pernas e foi ameaçada de morte.
Leia mais: Bolsonaro cita Lula ao STF para pedir derrubada de restrições impostas por Moraes
PUBLICIDADE
Como a confusão teria começado, segundo a pré-candidata
De acordo com o boletim de ocorrência, o entregador chegou sozinho para descarregar os móveis e encontrou dificuldades porque parte da mercadoria não cabia no elevador do condomínio.
A pastora afirma que sugeriu que outro funcionário fosse chamado para auxiliar na entrega. Segundo sua versão, a partir desse momento o trabalhador teria mudado de comportamento e iniciado as ofensas ao reconhecer que ela era pré-candidata pelo Partido Liberal (PL).
Ela também alegou que o entregador seria policial rodoviário federal, informação que não foi confirmada pela corporação.
O que mostram os vídeos da confusão?
Vídeos que circulam nas redes sociais registram parte da briga entre a pastora e o entregador.
As imagens mostram:
- Renata Vieira desferindo tapas contra o trabalhador;
- A pré-candidata arremessando uma pedra durante a discussão;
- Ambos entrando em luta corporal.
Após o episódio, Renata informou que passou por atendimento médico, realizou exame de corpo de delito e apresentou hematomas.
Dias depois, ela reconheceu que errou ao se envolver na agressão, mas afirmou que apenas revidou os ataques que teria sofrido.
PUBLICIDADE
Qual é a versão apresentada por pessoas ligadas ao entregador?
Pessoas próximas ao entregador contestam o relato da pastora.
Segundo essa versão, o trabalhador realizava sozinho a entrega de um sofá de cinco lugares e informou que retornaria posteriormente com outro funcionário para concluir o serviço de forma segura.
Ainda conforme essas pessoas, Renata não aceitou aguardar a nova tentativa de entrega, o que teria provocado o início da discussão.
Até o momento, o entregador não concedeu entrevista pública sobre o caso.
O que acontece agora?
A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou investigação para esclarecer as circunstâncias da ocorrência.
Os investigadores devem analisar:
- As imagens gravadas durante a confusão;
- Os depoimentos dos envolvidos;
- O boletim de ocorrência;
- Os laudos médicos e demais elementos de prova.
Até a conclusão das investigações, a motivação política apontada pela pastora ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.
Contexto
Casos de agressão registrados em vídeo costumam ser investigados com base em diferentes elementos de prova, como imagens, depoimentos, exames de corpo de delito e perícias. Como as versões apresentadas pelos envolvidos divergem, cabe à Polícia Civil apurar os fatos antes de eventual responsabilização na esfera criminal.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






