Milei critica socialismo, ataca Moraes e diz que impedimento de visita a Bolsonaro é “injustiça”
Presidente da Argentina participou da convenção do PL, oficializou apoio a Flávio Bolsonaro e fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes.
- Durante a Convenção Nacional do PL em São Paulo, Javier Milei criticou o ministro do STF Alexandre de Moraes por ter impedido sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando Moraes de “lixo careca”.
- Milei declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro, dizendo confiar que ele derrotará Lula em 2026, e defendeu uma agenda com redução de gastos públicos, disciplina fiscal, liberdade econômica e combate ao crime organizado.
- Ele justificou as críticas ao socialismo afirmando que políticas socialistas teriam aumentado pobreza e dívida e ampliado o Estado na América Latina, deixando dificuldades fiscais para governos seguintes.
- Milei disse esperar voltar ao Brasil para “dar um abraço” em Bolsonaro quando houver autorização judicial e comparou a negativa do STF ao período em que Lula esteve preso em Curitiba.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reprodução
Notícias do Brasil – Durante a Convenção Nacional do PL, realizada neste sábado (25), em São Paulo, o presidente da Argentina, Javier Milei, criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após ter sido impedido de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.
Ao comentar a decisão judicial, Milei afirmou que pretendia reencontrar Bolsonaro durante sua viagem ao Brasil e classificou Moraes como “lixo careca”. O argentino ainda declarou que considera Bolsonaro um “grande amigo” e disse esperar revê-lo quando houver autorização judicial.
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Leia mais: Milei chama Alexandre de Moraes de “lixo careca” durante convenção do PL
O que Milei disse sobre Flávio Bolsonaro e Lula
Milei aproveitou o discurso para declarar apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), oficializada durante a convenção do partido.
Segundo o presidente argentino, o senador representa uma alternativa ao que classificou como modelo socialista na América Latina. Ele afirmou confiar que Flávio poderá derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de 2026.
Ao longo da fala, Milei defendeu uma agenda baseada em:
- redução dos gastos públicos;
- disciplina fiscal;
- fortalecimento da liberdade econômica;
- combate ao crime organizado.
Também afirmou que o Brasil pode integrar uma transformação política regional liderada por governos de direita.
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Como Milei justificou as críticas ao socialismo
Durante cerca de 30 minutos de discurso, o presidente argentino afirmou que políticas socialistas levaram países da América Latina ao aumento da pobreza, da dívida pública e ao crescimento do Estado. Ele citou experiências recentes na região e argumentou que governos de esquerda utilizam programas públicos para ampliar gastos e obter vantagem eleitoral, deixando dificuldades fiscais para os governos seguintes.
Milei ainda disse que um eventual governo de Flávio Bolsonaro deveria seguir princípios semelhantes aos adotados por sua administração na Argentina.
O que Milei disse sobre a visita a Bolsonaro
Ao comentar a negativa do STF, Milei comparou a situação de Bolsonaro ao período em que Lula esteve preso em Curitiba. Segundo o presidente argentino, Lula recebeu visitas de líderes internacionais enquanto cumpria pena, incluindo o então presidente da Argentina, Alberto Fernández. Para Milei, impedir sua visita a Bolsonaro representa uma decisão injusta.
Ele encerrou o tema afirmando esperar retornar ao Brasil para “dar um abraço em Jair Bolsonaro” quando as restrições forem superadas.
Qual foi o contexto da participação de Milei no evento
A participação do presidente argentino foi um dos principais momentos da Convenção Nacional do PL, que oficializou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República.
Além de Milei, o evento contou com uma mensagem em vídeo do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em apoio à candidatura do senador.
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